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e Redempção de Cativos, CONFIRMADA PELO SS. PAPA INNOCENCIO III. De feliz memoria, em o primeiro anno de seu Pontificado, depois pelo mesmo Pontifice, e seus Successores. (Gravura) LISBOA OCCIDENTAL, Na Officina de Joseph Antonio da Sylva. M. DCC XXVI. Com todas as licenças necessárias. De 22,4x17,2 cm. com [viii], 120, [iv] págs. Encadernação do século XIX, com lombada em pele, cansada. Corte das folhas marmoreado. Exemplar em excelente estado de conservação. Papel muito encorpado e com grandes margens. Impressão adornada com duas capitulares xilográficas e um cabeção decorativo. Corpo do texto impresso em caracteres redondos e em caracteres itálicos, usados nas normas sobre como se devem realizar as cerimónias de entrada na ordem. As folhas preliminares incluem licenças, aprovações de Fr. Fernando de Abreu, Fr. Vicente das Chagas, D. João Arcebispo de Lacedemonia e P. Pedro de Almeida. As folhas finais, sem numeração, publicam a provisão do Cardeal Patriarca D. Tomás de Almeida de 26 de Junho de 1721, determinando que as religiosas do Mosteiro da Ordem da Santíssima Trindade e Redenção de Cativos observem a Regra que consta deste livro. Raríssima primeira e única edição desta regra, destinada a regular a vida no Mosteiro feminino da Ordem da Santíssima Trindade, aprovada e promulgada pelo primeiro Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida. Importante fonte para o estudo e conhecimento das formas de vivência da religião nos séculos XVI e XVII em Portugal e da sua inserção na vida da sociedade. Inclui a Regra propriamente dita, com aprovação pontifícia, composta por 29 artigos e as Constituições e Leis elaboradas especificamente para o Mosteiro em causa, apresentando de forma mais desenvolvida e pormenorizada os princípios e determinações contidos na Regra. O Mosteiro da Ordem da Santíssima Trindade e Redenção de Cativos foi fundado em Campolide, topónimo que abrangia uma área maior do que actualmente, por disposição contida no testamento de Manuel Gomes de Elvas falecido em 1621. O processo foi moroso e complicado, tendo sido apresentada a petição para a fundação do convento a Filipe II de Portugal em 1614. As obras de construção tiveram início em 1675 por iniciativa de um descendente do fundador Luís Gomes de Sá e Meneses, de alcunha o Rato, que deu o nome à zona, autonomizando-a de Campolide. As obras só foram concluídas em 1721 e neste ano começaram as religiosas a habitar o convento onde se mantiveram até o Estado se ter apoderado das instalações em 1874. O belo edifício da autoria do arquitecto Baltazar Álvares ainda hoje domina o actual Largo do Rato, a grandiosa Igreja situada no centro da fachada continua aberta ao culto e o resto do espaço é ocupado por serviços do Estado. Dim.: 22.4x17.2 cm with [viii], 120, [iv] pp. Binding: 19th century quarter bound, worn, with marbled paper on boards Marbled edges. Copy in very good condition. The paper is very thick with wide margins. Illustrated with two woodcut capital letters and a head piece. Text is printed in round and italic characters, the later used in the rules on how to carry out the ceremonies of welcoming new members into the Order. The preliminary pages include licences and approvals by Fr. Fernando de Abreu, Fr. Vicente das Chagas, D. João Archbishop of Lacedemonia, and P. Pedro de Almeida. The last unnumbered pages contain the provision of the Cardinal Patriarch D. Tomás de Almeida, dated June 26, 1721, determining that the Sisters of the Monastery of the Order of the Holy Trinity and Redemption of Captives should comply with the Rules in this book. A rare and only edition of this Rule aiming to govern the life of the female Monastery of the Order of the Holy Trinity, a proved and issued by the first Cardinal Patriarch of Lisbon, D. Tomás de Almeida. It is an important source for the study and knowledge of how religion was lived during the 16th and 17th centuries in Portugal, and its inclusion in the life of society. Includes the Rule with papal approval,
Seller Inventory # 1610PG001
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