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THE LUSIAD, OR PORTUGALS Historical Poem: [FIRST: CAMÕES. (Luís de)

CAMÕES. (Luís de)

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About this Item: Soft Cover. Condition: Good. WRITTEN In the Portingall Language BY LUIS DE CAMOENS; AND Now newly put into English BY RICHARD FANSHAW Esq. Printed [by Thomas Newcombe] for Humphrey Mosely, at the Prince s Arms in St. Paul Church-yard, M. DC. LV. [1655]. In 4º gr. [de 28x18 cm] com [1 grav. frontis], [20], [2 grav. desd.], [1], 224 págs. Encadernação tardia do século XIX, inteira de pele marroquim, em polido natural. Ferros a ouro em duplo filete nas esquadrias das pastas e nas dianteiras das mesmas. Lombada com ferros a ouro gravados em casas fechadas e no rótulo vermelho. Pequeno desgaste nos cantos da encadernação. Folhas de guarda em papel decorativo. Exemplar apresenta um (ou dois) antigos ex-libris grosseiramente removidos das folhas de guarda posteriores e mantém dois ex-libris, sendo um deles armoriado de Sir Robert Johnson Eden (5º Baronete de Eden) e em baixo outro ex-libris simples de David Enderton Johnson. Primeira edição inglesa. Obra impressa por Thomas Newcombe para Humphrey Mosely, em 1655, ilustrada com uma gravura em frontispício com o busto de Camões e mais duas gravuras de página inteira, intercaladas nas páginas iniciais inumeradas [entre as págs. 20 e 21] representando o Infante Dom Henrique (O Navegador) e Vasco da Gama, ambos em corpo inteiro, com belas armaduras e roupas coevas ao seu tempo. A gravura de frontispício encontra-se ligeiramente aparada à cabeça (sem perda da imagem) e as de página inteira (tal como é usual nas cópias que não são em grand papier) encontram-se dobradas nas margens e fortemente encadernadas, escondendo o A de CEUTA. A gravura de Vasco da Gama encontra-se algo vincada nas margens e com leve acidulação e alguns picos de oxidação em redor das margens. Primeira edição da tradução de Fanshaw, sendo esta a primeira tradução em língua inglesa do poema épico nacional de Portugal. Referências bibliográficas: Wing C-397; ESTCR18836; Bibl. Angl. Poetica 256; Grolier, Wither to Prior 349; Pfortzheimer 362. Inocêncio XIV, 229:Versões inglezas 1.ª The Lusiad, or, Portugals Historicall Poem: written In the Portingall Language by Lviz de Camoens; and Now newly put into English by Richard Fanshaw Esq.; London, Printed for Humphrey Moseley, at the Prince"s Arms in St. Pauls church-yard, M.DC.LV. Folio de 22 (innumeradas)224 pag. Com o retrato de Camões (collocado antes do rosto), e o do infante D. Henrique e Vasco da Gama (collocados antes da traducção o poema), tendo esta ultima estampa a assignatura do artista T. Cross. O frontispicio tem esta epigraphe: HORAT. Dignum laude virum Musa vetat mori; Carmen amat quisquis, Carmine digna facit. O retrato de Camões, evidentemente ampliado do que se vê na edição de 228 Manuel de Faria e Sousa, e com o mesmo defeito, isto é, o olho esquerdo fechado, tem por baixo os seguintes versos: SPAINE gaue me noble Birth: Coimbra, Arts LISBON, a highplac"t loue, and Courtly parts: AFRICK, a Refuge when the Court did frowne: WARRE, at an Eye"s expence, a faire renowne. TRAVAYLE, experience, with noe short sight Of India, and the World; both which I write INDIA a life, wich I gaue there for Lost On Mecons waues (a wreck and Exile) tost To boot, this POEM, held up in one hand Whilst with the other I swam safe to land. TASSO, a sonet: and (what"s greater yit) The honour to giue Hints to such a witt PHILIP a Cordiall, (the ill Fortune see!) To cure my Wants when those had new kill"d mee My Country (Nothingyes) Immortal Prayse (so did 1, Her) Beasts cannot browze on Bayes. Este volume contém: a epistola dedicatoria a lord Strafford, datada de 1 de maio de 1655; satira de Petronii Arbitrii, com a versão em frente; o soneto de Tasso a Camões, com aversão por baixo, e o poema, traduzido em oitavas rimadas. Não é vulgar. Póde considerarse mui raro o exemplar perfeito. Em alguns falta um ou outro dos tres retratos. Tambem apparecem exemplares sem estampas, o que é mais vulgar. Reproduzo em frente o retrato do infante D. Henrique. No leilão de Gomes Monteiro foi arrematado um exemplar por 50$000 réis. Um ultimo exemplar vindo de Londres, com alguns defeitos, foi vendido em Lisboa para o sr. Marques por 27$000 réis. Inocêncio V, 273: « VERSÕES INGLEZAS (460) 1. Richard Fanshaw, embaixador britânico na Corte de Portugal na regência de D. Luiza de Gusmão; falecido em Madrid no ano de 1666: The Lusiad, or Portingal" Historical Poem writen in the Portingall language by Luis de Camoens, and now newly put in to english by Richard Fanshaw, etc. London 1654. Fol. Com os retratos de vulto inteiro do infante D. Henrique, Vasco da Gama, e Camões. Parece que esta versão fora publicada sem o consentimento do tradutor, e durante a sua ausência de Londres». Nota bibliográfica sobre edições de Os Lusíadas em língua inglesa: Palau não menciona edições inglesas. Samodães só menciona a edição de Londres, de Edward Moxon, 1853. Ameal só menciona as edições de Londres, de Kegan Paul, 1878 e a edição de Lisboa/Londres, de Chatto & Windus, de 1880. Duarte de Sousa apenas menciona a edição de Lisboa/Londres, de Chatto & Windus, de 1880. Brunet só menciona a edição de W. J. Mickle, Oxford, 1776, e a edição de Th. Moore Musgrave, de Londres, 1826. Os Lusíadas foram publicados pela primeira vez em Lisboa em 1572 e, posteriormente, publicados em castelhano em 1580 por Gomez de Tapia, Salamanca e Benito Caldera, Alcalá de Henares), sendo a presente versão inglesa também a primeira tradução numa língua não ibérica. Richard Burton, na introdução à sua própria tradução, referiu Fanshaw como sendo "the best because so quaint" (o melhor porque tão pitoresco). O último tradutor dos Lusíadas para a língua inglesa opinou que: "a versão de Richard Fanshaw de 1655 ainda se revela uma esplêndida leitura. Ainda que contenha uma linguagem própria desse tempo, esta tradução retém a doçura e o ritmo e uma energia profunda que convém melhor do que as versões seguintes, porque a cadência da leitura convém mais ao tema de uma viagem intelectual que é, simuladamente, uma aventura física. O tradutor tomou algu. Seller Inventory # 1709JC003

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MANUSCRITO - CARTA RÉGIA   ESFRAGÍSTICA -

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About this Item: No binding. Condition: Fine. Carta régia de D. Dinis pela qual proíbe, sob pena de 500 soldos, o alcaide e alvazis de Santarém de concederem a exploração de terras da referida Igreja em Arruda aos povoadores da póvoa da Tavega, ordenando que sejam expulsos das terras da Igreja e que povoem a referida póvoa. Santarém, 19 de Abril de 1354 [1316] 1 fólio em pergaminho (de 18x19 cm) com selo pendente em cera com as armas reais. Notas posteriores no verso (exterior do documento) contendo várias notas ilegíveis e uma nota legível [verso, caligrafia séc. XVII?]: « Masso 1.º N.º 2.º || Carta del Rey D. Dinis || aos Alvazis de Santarem e || sesmeiros da Povoa da || Tavega pera que nam dem || de sesmaria os cazaes da || Arruda que sam da || Igreja de Alcaçova » Manuscrito de 18 linhas escrito em português com caligrafia cursiva de tabelião da corte terminando em quinas. O documento encontra-se em bom estado de conservação e apresenta o raríssimo selo (redondo em cera natural) do rei Dom Dinis de Portugal (1261-1325), muito desgastado e com vestigios de algumas letras que são de dificil leitura, no entanto apresenta as cinco quinas esbatidas, mas percetiveis. Palavras chave: Dinis, Alcaide, Alvazis, Alcáçova de Santarém, Sesmeiros, Sesmarias, Povoa de Tavega, Povoa da Atavega, casas da Arruda, Prior, Igreja da Alcaçova, Pero Perez, Pedro Peres, Martim Peres, Martim Perez. Leitura diplomática do texto: « Don Denis pela graça de deus Rey de Portugal e do Algarue A uos Alcaide e Aluazys de Santar?n e A uos sesmeiros || da pobra de Tauega termho da dicta vila saude / . Sabede que o Priol da Alcaçoua meu clerigo me disse que uos dauades e || sesmauades os seus casaes e herdamentos que a ssa Jgreia da Alcaçoua ha no logar que chaman Aarruda que sam e foron teu||dos e chamados por seus a Alguus que hj uíjnhan e ueen pera pobrar esse logar da Atauega com as outras t?rras || e matos desse logar que non sam de n?guu. E esto semelha a mjn sem rezon se assi e. E a meu entendimento non || foy nen e como quer que eu mandasse pobrar esse logar e dar a t?rra a sesmarias que per esta rrazon ao dicto Priol sesma||sedes nem filhasedes uos nem outrem nenhua cousa dos seus casaes e herdamentos nen do Al que e chamado da dicta Jgreia ||da Alcaçoua ou de que esteue e esta en posse . Por que mando a uos e a cada huus de uos uijsta esta carta que non dedes || nen sesmedes nenhua cousa daquelo que a dicta Eygreia ha no dicto logar da Arruda nen daquelo que e chamado por || seu . ou de que esteue e esta en posse / E se Algua cousa ende destes ou sesmastes ou se lhj Algu? entrou nos dictos || seus casaes e herdamentos per uosso mandado ou per rrazon desse pobramento . vos deitade os ende fora . E non sofrades que daquy a deante lhj entre nenhuu nen que lhj filhe nenhua cousa . de seu . pelas dictas razões so || pena dos meus encoutos . Per o tenho por bem e mando que os home?s que moraren e lauraren nos casaes e || herdamentos da dicta Jgreia . que uaan morar e pobrar na dicta pobra . da Ta[v]ega . vnde Al nom façades senon || peitar me ades quinhentos quinhentos [sic] soldos E o dicto Priol ou Algu? por el tenha . esta carta Dante en Santaren dez e || noue dias d Abril . El Rey o mandou per Pedro perez se clerigo martim perez A fez Era de mil e Trezentos . || e Cinquoeenta e quatro Anos Petrus petri uídít » Leitura actualizada do texto: « D. Dinis, pela graça de Deus, rei de Portugal e do Algarve, a vós, Alcaide e Alvazis de Santarém, e a vós, sesmeiros da póvoa de Tavega, termo da dita vila, saúde. Sabei que o Prior da Alcáçova, meu clérigo, me disse que vós dáveis e sesmáveis os seus casais e herdamentos que a sua Igreja da Alcáçova há no lugar que chamam Arruda, que são e foram tidos e chamados por seus a alguns que aí vinham e vêm para povoar esse lugar da Tavega com as outras terras e matos desse lugar que não são de ninguém; e isto semelha a mim sem razão se assim é, e a meu entendimento não foi nem é, como quer que eu mandasse povoar esse lugar e dar a terra a sesmarias, que por esta razão ao dito Prior sesmásseis, nem filhásseis vós, nem outrem, nenhuma coisa dos seus casais e herdamentos, nem do al que é chamado da dita Igreja da Alcáçova, ou de que esteve e está em posse Por que mando a vós e a cada uns de vós, vista esta carta, que não deis, nem sesmeis nenhuma coisa daquilo que a dita Igreja há no dito lugar da Arruda, nem daquilo que é chamado por seu, ou de que esteve e está em posse. E se alguma coisa daí destes ou sesmastes, ou se lhe alguém entrou nos ditos seus casais e herdamentos por vosso mandado, ou por razão desse povoamento, vós, deitai-os daí fora, e não sofrais que daqui a diante lhe entre nenhum, nem que lhe filhe nenhuma coisa de seu pelas ditas razões, sob pena dos meus encoutos. Por o tenho por bem e mando que os homens que morarem e lavrarem nos casais e herdamentos da dita Igreja que vão morar e povoar na dita póvoa da Tavega. Unde al não façais, senão pagar-me-eis 500 soldos. E o dito Prior ou alguém por ele tenha esta carta. Dante em Santarém, dez e nove dias de Abril. El-rei o mandou por Pedro Peres, seu clérigo. Martim Peres a fez. Era de mil trezentos e cinquenta e quatro anos Pedro Peres [a] viu » A transcrição diplomática do documento e a respectiva leitura actualizada, desdobrando-se a maior parte das abreviaturas, foram ambas gentilmente efectuadas pelo Sr. Dr. João Pedro Vieira: Este interessante documento régio revela-se de grande importância para a história do povoamento do território de Portugal no final da Idade Média, extremamente valorizado pelo facto de fisicamente ainda preservar o raríssimo selo real redondo em cera natural. Revela-se a importância em termos históricos: a) da protecção do rei às terras e aos bens do priorado da Ordem do Templo / Ordem de Cristo herdeira das propriedades e privilégios da Ordem do Templo (criada a 14 de Março de 1319 pela Bula do Papa João XXII, acedendo aos pedidos do rei Dom Dinis). b) do conhecimento da produção agrícola do território organizando D. Dinis as sesmarias. Seller Inventory # 1310JC024

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ITINERARIO DA INDIA PORTUGUESA ATE ESTE REINO: SÃO BERNARDINO, Fr.

SÃO BERNARDINO, Fr. Gaspar de.

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. Com A Discripcam De Hierusalem Dirigido A Rainha de Espanha Margarita De Austria Nossa Senhora. COMPOSTO POR FREI GASPAR DE SÃO BERNARDINO DA Ordem do Seraphico Padre Sam Francisco da Provincia de Portugal. Com licenca da Sancta Inquisicam E ordinario. Em Lisboa. Na Officina de Vicente Alvares, Anno 1611. In 4º (de 19x13,5 cm). Com [7], 130 fols. Folha de rosto aberta a buril, com escudete contendo a imagem de S. Francisco, títulos e brasão de armas de D. Margarida de Áustria, Rainha de Espanha, a quem a obra é dedicada, no pé junto à margem, a assinatura do gravador Brás Nunes fecit. Texto impresso a 2 colunas com notas marginais impressas. Encadernação do início do século XX inteira de pele. Primeira edição. Obra rara. Exemplar com ex-libris oleográfico da Biblioteca dos Duques de Palmela. Fr. Gaspar de S. Bernardino foi um frade franciscano que foi para a Índia em 1601. Retorna a Portugal em 1606 pela rota que passa por Ormuz. Em Madrid conta a sua história à Raínha de Espanha, que lhe pede para a publicar. Em 1609 recebe ordens do seu superior para compor o trabalho. Este é um trabalho de grande erudição com vastas descrições da Pérsia e de Jerusalém, que o autor visitou depois de largar da ilha de Ormuz, declarando que mais de 500 portugueses aí residiam permanentemente. Inocêncio III, 124: «FR. GASPAR DE S. BERNARDINO, Franciscano da provincia de Portugal, e natural de Lisboa. Barbosa não indica as datas do seu nascimento e obito, dizendo unicamente que professára o instituto seraphico no convento de Leiria a 25 de Maio de 1593. E.49) (C) Itinerario da India por terra até este reino de Portugal com a descripçam de Hierusalem. Dirigido á rainha de Hespanha Margarita de Austria. Parte primeira. Lisboa, por Vicente Alvares 1611. 4.º de VII130 folhas numeradas na frente. O frontispicio é gravado em chapa de metal, mas com pouca perfeição, por Braz Nunes, artista portuguez. A segunda parte, com quanto promettida pelo auctor no cap. 22.º, não chegou a sahir a luz.Esta edição é desde muitos annos tida em conta de rara. Os seus preços no mercado, variaveis como o são sempre os dos livros d"esta ordem, tem sido de 1:200 até 4:800 réis; e Brunet, que a qualifica de rarissima no seu Manuel, accusa dous exemplares vendidos, um por 5 £ (tendo aliás duas folhas defeituosas) e outro por 2 £ 1sh.Modernamente sahiu reimpresso com o titulo: Itinerario da India por terra até á ilha de Chipre. Dirigido á rainha de Hespanha Margarita de Austria, nossa senhora. Lisboa, Typ. de A. S. Coelho 1842. 8.º gr. de 259 pag. E ainda mais recentemente sahiu terceira edição, Lisboa, Typ. de Hermenegildo Pires Marinho 1855. 8.º. Este livro (na opinião do distincto philologo Pedro José da Fonseca) é escripto com elegancia, boa ordem, e varia erudição, principalmente historica e geographica. N"elle vem citados muitos dos nossos escriptores, advertindo-se por vezes os erros em que cahiram, assim de facto, como de geographia, etc.Trabalho preenchido por detalhes etnográficos, botânicos e zoológicos, e que também providencia um excelente relato do papel dos portugueses no século XVI nas várias actividades além fronteiras, em particular no Oriente. [EN] In 4º (20 cm). [7], 130 fls. Engraved chiseled frontispiece, escutcheon with the image of St. Francis, titles and coat of arms of Margaret of Austria, Queen of Spain, to whom the work is dedicated, signature at the footer near the margin "Brás Nunes fecit". Text printed in two columns with glosses in marginalia. Binding: 20th century full calf, worn out and with some dents. First edition. Rare book. Copy with ex-libris stamped at frontispiece and with some initials. Fr. Gaspar de S. Bernardino was a Franciscan friar that went to India in 1601. He returns to Portugal in 1606 by the route that passes through Hormuz. In Madrid he reports the trip to the Queen of Spain, who asks him to publish it. In 1609 he receives orders from his superior to write the work. This is a work of great erudition, with vast descriptions of Persia and Jerusalem, which the author visited after leaving the island of Hormuz, further stating that more than 500 Portuguese had permanent residence there. Work full of ethnographic, botanical, and zoological observations, also provides a good picture of the role of the Portuguese in the sixteenth century in various activities across borders, particularly in the East. Brunet V, 107 ("Fort rare") ; Inocêncio III, 124 ; Palau 290134 ; Palha 2335 ("Première Édition Rarissime, de ce livre curieux et fort estimé"). Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-11-C-8. Seller Inventory # 1604NM025

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LA ENTRADA QVE EN REINO DE PORTUGAL: VELAZQUEZ. (Isidro)

VELAZQUEZ. (Isidro)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. INVICTISSIMO Rey de las Españas segundo deste nombre, primeiro de Portugal, asi con su Real presencia, como exercito de su felice campo. Hecho por Isidro Velazquez Salmantino, andante en Corte. Impresso com licencia, examen, y aprobación, por Manuel de Lyra. a costa de Symon Lopez Librero M.D.LXXXIII. [1583]. [Lisboa]. In 8º de 10,2x14 cm. Com [iv], 160 fólios. Encadernação recente inteira de pele com nervos na lombada, com ferros a seco ao gosto da época na lombada e nas pastas formando esquadrias decoradas com motivos florais. Cortes das folhas carminados. Ilustrado com o escudo das armas de Portugal no centro da folha de rosto, enquadrado por uma composição que inclui figuras alegóricas que sustêm uma figura com a inscrição Mvsis Sacrvm e que apresenta na parte inferior uma figura alada com as iniciais do impressor. O verso da folha 160 está ilustrado com a marca do impressor Manuel de Lyra, com as suas iniciais e a data, formando um colofon incompleto. A marca também foi usada por João Blávio. Impressão muito esmerada em caracteres redondos e itálicos adornada com letras iniciais decoradas e historiadas a iniciar todos os 152 capítulos. Variante igual ao exemplar Res 885 P da BNP descrito em D. Manuel 174 (a folha 8 frente tem menos uma linha) de uma obra considerada raríssima já em 1922, por José dos Santos, no Catálogo de Azevedo Samodães 3477. A obra não tem local de impressão e a data só está expressa no colofon. Exemplar com assinaturas de posse coevas rasuradas, na folha de rosto, alguns sublinhados com tinta da época no texto, defeitos no pé da folha de rosto atingindo a última palavra do pé de imprensa, o camarão e a primeira letra da folha 1. Nas folhas preliminares contém parecer de Fr. Bartolomeu Ferreira, que foi o censor da 1ª edição dos Lusíadas, aprovando a obra por mandado do Arcebispo de Lisboa e Inquisidor Geral e a licença para se imprimir datada de 17 de Outubro de 1581, com três rubricas; quatro sonetos em louvor do autor; dedicatória do autor ao rei D. Filipe II e prólogo do autor ao leitor. Obra de grande importância para o estudo da tipografia quinhentista em Portugal, da censura de livros realizada pela Inquisição e fonte muito relevante para o estudo do período da história de Portugal em que Filipe II de Espanha se tornou rei de Portugal. É igualmente valioso para o estudo dos rituais e das cerimónias da corte e das realidades sociológicas que caracterizavam o mundo das monarquias hispânicas. Azevedo e Samodães II, 3477. Monteverde 5512. Anselmo 734. Palau 357412. D. Manuel 174, Variante, diferenças na composição do caderno A. Language: Castelhano / Spanish Location/localizacao: M-11-C-24. Seller Inventory # 1405JC026

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MANUSCRITO DO SÉC. XV - CARTA RÉGIA

About this Item: No binding. Condition: Very Good. Um fólio de pergaminho de 24x29,5cm, apresentando 5 dobras sucessivas [duas dobras ao alto e três dobras laterais] sendo as duas dobras iniciais cozidas com fio de seda entrelaçado em cores verde, azul e branco, selado com um selo de chumbo com as armas reais em ambas as faces. O documento encontra-se redigido na parte rugosa do pergaminho, manuscrito a uma só mão, firme e regular. Carta de confirmação do rei D. Duarte de Portugal, em pergaminho e selada com selo de chumbo pendente, datada de 13 de Novembro de 1433, em Santarém, elaborada por Lopo Afonso. No verso tem documentos apostos dos almoxarifados de Viseu e Lamego, atestando a apresentação desta carta de D. Duarte conforme a determinação real. Nela o rei D. Duarte, a pedido de Fernão Gomes de Góis, confirma a doação do julgado de Oliveira do Conde, feita por seu pai, D. João I, a Gomes Martins de Lemos do conselho do rei, pai do requerente, nos termos da Carta de Doação assinada por D. João I, pela sua mulher a Rainha D. Filipa de Lencastre e pelo Infante D. Afonso, na cidade do Porto, em 12 de Abril da era de César de 1436 anos [12 de Abril de 1398 da Era de Cristo] elaborada por Álvaro Gonçalves. O rei D. Duarte, nela, ordena ainda a todos os funcionários da Coroa, (vedores da fazenda, contadores, alguazis, juízes, justiças e outros quaisquer) que a guardem e façam cumprir. Documento de excepcional valor para a história de Portugal, das suas classes dirigentes e em especial da região de Viseu, assim como para o estudo da diplomática, da paleografia e da sigilografia. Os senhores de Góis, de Oliveira do Conde e por outro lado da Trofa, pertenciam à nova nobreza que tinha apoiado D. João I e D. Nuno Álvares Pereira, na guerra pela indepedência de Portugal de 1383 a 1385 e são os ascendentes de muitas das grandes casas senhoriais, que formaram a cúpula da nobreza portuguesa desde o século XV até ao século XX. Oliveira do Conde, que é hoje uma freguesia do Concelho de Carregal do Sal, distrito de Viseu, foi entre 1286 e a reforma de Mouzinho da Silveira, em 1833, vila e sede de concelho. Gomes Martins de Lemos, O Velho, do Conselho do rei D. João I, Senhor da Casa de Góis, pelo casamento com a Maria Vasques de Góis, 12ª Senhora de Góis, descendente de D. Aniara Vestruariz, da Estrada, vindo das Astúrias com o Conde D. Henrique, que foi o primeiro Senhor de Góis por mercê concedida por D. Teresa, mãe do rei D. Afonso Henriques, em 1120. Fernão Gomes de Góis, (a quem foi passada esta carta de confirmação), filho mais velho, sucedeu a seu pai no senhorio de Góis e de Oliveira do Conde, e foi também senhor do morgado de Calhariz, esteve com o rei na conquista de Ceuta onde foi armado cavaleiro, foi alcaide de Monsaraz, camareiro-mor de D. João I, serviu depois D. Duarte, D. Afonso V, e no Outono de 1458 participou na conquita de Alcácer Seguer. Encontra-se sepultado na Igreja matriz de Oliveira do Conde, num túmulo em pedra calcária de Ançã, que é uma célebre obra-prima da arte tardo-gótico do século XV, da autoria de João Afonso, notável pelos admiráveis motivos escultóricos e pela estátua jacente classificada como monumento nacional. Foi bisavô de D. Luís da Silveira, feito 1º Conde da Sortelha, em 22 de Julho de 1527, Senhor de Góis e de Oliveira do Conde, que se encontra sepultado no magnífico mausoléu da Igreja matriz de Góis, pai de D. Gonçalo da Silveira, jesuita mártir em Moçambique. O irmão mais novo, Gomes Martins de Lemos, O Moço, (1405-1497) homónimo do pai, foi o 1º Senhor da Trofa, por carta de D. Afonso V, de 3 de Novembro de 1449 e está sepultado juntamente com muitos dos seus descendentes na Igreja da Trofa, do Vouga. O representante actual dos Condes da Sortelha, Senhores de Góis e de Oliveira do Conde, é D. José Maria da Piedade de Lencastre e Távora, 11º Marquês de Abrantes. [EN] 15th. CENTURY MANUSCRIPT - LETTER FROM KING DUARTE OF PORTUGAL DATED OF NOVEMBER 13, 1433 WITH THE CONFIRMATION OF THE DONATION OF OLIVEIRA DO CONDE TO FERNÃO GOMES DE GÓIS. A parchment folio of 24x29,5cm, presenting 5 successive folds [two folds at the top and three lateral folds] being the two initial folds sewed with silk thread interlaced in green, blue and white colors with a seal of lead with arms on both sides. The document is handwritten on the rough part of the parchment, all by the same hand, firm and regular. Letter of confirmation from King Duarte of Portugal, on parchment and with a pending lead seal, dated November 13, 1433, in Santarém, elaborated by Lopo Afonso. On the reverse there are documents affixed to the Viseu and Lamego "almoxarifados" (medieval iberian administrative counties run by an "almoxarife", title originary from the arab term almushrif which designated tax collectors), attesting the presentation of this letter from King Duarte according to royal resolution. In it, King Duarte, at the request of Fernão Gomes de Góis, confirms the donation of the jurisdition of Oliveira do Conde, made by his father King João I, to Gomes Martins de Lemos of the King's council, father of the applicant, under the terms of the Letter of Donation signed by King João I, his wife Queen Filipa de Lencastre and by the Infant Afonso, in the city of Oporto, on April 12th on the year 1436 from the era of Ceaser, also knon as Spanish era, [April 12th. 1398 Anno Domini] elaborated by Álvaro Gonçalves. King Duarte, further orders all officials of the Crown (farmkeepers, accountants, alguazis, judges, justices and any others) to keep and enforce it. Document of exceptional value for the history of Portugal, its ruling classes and especially the region of Viseu, as well as for the study of diplomacy, paleography and sigilography. The Lords of Gois, Oliveira do Conde and also of Trofa belonged to the new nobility that had supported King João I and Constable Nuno Alvares Pereira, in the war for the independence of Portugal from 1383 to 1385 and are the ascendants of many of the great manor houses, that formed the dome of the Portuguese nobility. Seller Inventory # 1602AD001

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Historien der Königkreich, Hispannien, Portugal und Aphrica,: Conestaggio. (Girolamo Franchi
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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. Wie von Don Anthonio, der auch vermeymte König in Portugal zuwerden? Auss dem Italianischen, durch Albrecht Fürsten in das Hochteutsch gebracht. Munchen, Adam Berg. 1589. In fol. [xxv], 126, [i] folhas. Magnífica encadernação da época inteira de pele de vitela, com nervos e ferros a seco na lombada e nas pastas. Exemplar com ex-libris, de grandes dimensões, de Ferdinand Hoffmann, Freiherr von Strechau und Grünbühel, nobre da Estíria, colado no interior da encadernação e com o seu Super libris armoriado na pasta anterior. Ilustrado com duas gravuras abertas em placas de cobre representando a Batalha de Alcácer Quibir e a Batalha Naval nos Açores. Florão ao centro da folha de rosto. Obra muito importante para a história e a iconografia do reinado de D. Sebastião e o início da Monarquia Dual. Raríssima 1ª edição da tradução alemã (desconhecida a Inocêncio e a José dos Santos e a muitos outros bibliógrafos) da autoria de Albrecht Fürst, da célebre obra: Dell unione del regno di Portogallo alla corona di Castiglia. Genova, Girolamo Bartoli. 1585. A obra conheceu grande difusão sendo reeditada em Itália várias vezes: Génova 1589, Veneza 1592, Milão 1616, Verona 1642 e traduzida para as principais línguas da Europa: Francês, 1595, reeditada em 1601, Inglês, por Edward Blount, 1600, Latim 1602, Espanhol, por Luís de Bavia, 1610 (com alterações nos passos em que Conestaggio se mostra hostil a Espanha) e novamente para francês em 1680 com reedição em 1695. Nela o autor descreve como o Rei de Espanha Filipe II, se tornou rei de Portugal como Filipe I. Conestaggio narra os antecedentes nomeadamente a campanha em África do Rei D. Sebastião e a sua morte na Batalha de Alcácer Quibir, a batalha de Alcântara entre as tropas de D. António e do Duque de Alba e a derrota da esquadra inglesa nos Açores. O autor exerceu as suas actividades comerciais em Lisboa entre cerca de 1576 e 1582, sendo assim uma testemunha privilegiada dos acontecimentos históricos que descreve. Quanto á Batalha de Alcácer Quibir ter-se-á baseado em informações de D. João da Silva, que acompanhou D. Sebastião á batalha, como embaixador de Filipe II, o que levou alguns a dizer, erradamente, que seria D. João o autor. A atribuição desta obra a D. João da Silva, 4º Conde de Portalegre, feita por Inocêncio a partir de uma vagas alusões de D. Francisco Manuel de Melo e de Gracián não tem base. Conestaggio é um notável historiador e poeta e foi a sua posição independente, patente nesta obra e na História das Guerras da Flandres, que, provavelmente, levou os seus adversários a inventarem esta mentira. O historiador Queiroz Veloso, na sua obra sobre D. Sebastião, p. 316, afirma a autoria de Conestaggio e considera que o facto de o autor ter tido como fonte D. João valoriza a obra. As investigações de Giacinto Mnuppela sobre Conestaggio, publicadas em 1957, 1960 e 1984, resolveram definitivamente a questão da autoria a favor do italiano. O autor desagradou aos espanhóis e aos portugueses tendo neste caso certos passos da sua obra sido contestados por Jerónimo Mendonça na obra com o título: Jornada de Africa na qual se responde a Hieronymo Franqui, e a outros, e se trata do sucesso da batalha [de Alcácer Quibir]. Lisboa, por Pedro Craesbeeck 1607. Girolamo Conestaggio (Génova c. 1530 - Génova ou Amsterdam c. 1618) foi um comerciante, diplomata, poeta e historiador. Viveu em Anvers, Flandres de 1552 a 1576, ano em que se instalou em Lisboa até 1580. A parte final da sua vida decorreu em Génova, tendo desempenhado, em 1590, as funções de cônsul de Génova em Veneza. Não se sabe se faleceu em Génova ou na Flandres. Além da obra em apreço escreveu: História da tentativa da Conquista de Argel, Génova, 1601, Delle Guerre della Germania Inferiore, Venezia 1614; e Rime. Amsterdam, 1619. Queiroz Veloso. D. Sebastião, 1554-1578. 3ª edição. Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa. 1945. Catálogo da Livraria Duarte de Sousa. Séculos XV e XVIII. SEIT. Lisboa. 1974. nº 25, 26, 113, 114 e 115. Várias edições do século XVI e traduções do século XVII. Azevedo-Samodães 3185. Possuía só a edição de Veneza, 1642, mas José dos Santos, que organizou o catálogo, descreve várias outras edições e traduções, excepto esta tradução alemã. Monteverde 5046 (Ed Veneza, 1592) - VD16 C 4701 - Palau 115.402 - vgl. Adams C2502 u. Brunet II, 217 (ital. Ausg.).- [EN] First German edition; complete with the two large copper plates depicting the Battle of Alcazar and the Sea Battle of Terceira (the original Italian edition of 1585 was not illustrated).- Good copy from the library of the Styrian noble Ferdinand Hoffmann, Freiherr von Strechau und Grünbühel; with his armorial cover and engraved ex-libris on pastedown. [DE] Mit Wappenholzschnitt am Titel, 2 (mehrf. gef.) Kupfertafeln, 4 Holzschnittporträts, 1 Textholzschnitt sowie 1 gr. Holzschn.- Druckermarke, blindgepr. Schweinsldr. mit rot eingefärbt. Wappensupralibros am VDeckel (Hoffmann von Grünbühel). Erste deutsche Ausgabe, in der Übersetzung von Albrecht Fürst, von "Dell unione del regno di Portogallo alla Corona di Castiglia" (Genua 1585). Früher auch Juan de Silva zugeschrieben, gilt Conestaggio inzwischen als gesicherter Autor. Das Original erschien 1585, eine spanische Übersetzung erst 1610. Das Werk schildert die Vereinigung Portugals mit Spanien unter Philipp II. im Jahr 1580 und berichtet über den tragischen Tod König Sebastians am 4. August 1578 in der Schlacht von Alcázer-Quibir (Nordafrika) sowie über die See- und Landkämpfe bei Terceira (Azoren); jew. mit 1 gr. Kupfertafel illustriert.- Innendeckel mit großem gestochenem Exlibris (25,5 x 17 cm) von Ferdinand Hoffmann, Freiherr von Strechau und Grünbühel (gest. 1597), gestochen v. M. Kilian nach M. Göndolach.- Nur leicht gebräunt od. braunfleckig, Ebd. leicht fleckig u. mit 2 kl. Beschädigungen, oberes Kapital wenig ergänzt.# Language: Alemão / German Location/localizacao: M-11-B-CF. Seller Inventory # 1806CS002

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ANNALES D'ESPAGNE ET DE PORTUGAL,: ALVAREZ DE COLMENAR.

ALVAREZ DE COLMENAR. (Juan)

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About this Item: No binding. Condition: Good. Contenant tout ce qui s est passé de plus important dans ces deux Royaummes & dans lesa utres Parties de l Europe, de même que dans les Indes Orientales & Occidentales, depuis l établissement de ces deux Monarchies jusqu à présent. AVEC La Description de tout ce qu il y a de plus remarquable en Espagne & en Portugal. Leur Etat Present, leur Interets, la forme du Gouvernement, l étendue de leur Commerce, &c. Par DON JUAN ALVAREZ DE COLMENAR. Le tout enrichi de CARTES GEOGRAPHIQUES, & de três belles FIGURES en Taille-douce. TOME PREMIER [+ TOME SECOND + TOME TROISIEME + TOME QUATRIEME]. A AMSTERDAM, Chez FRANÇOIS l HONORÉ & FILS. M. DCC. XLI. [1741]. In 4º gr. de 30x24 cm. Com xii, 424 + 288 + 331 + 340, [46] págs. Encadernação recente, inteira de pele ao gosto da época, com nervos e ferros a ouro na lombada. Ilustrados com mapas e gravuras em extratexto (contendo panoramas, costumes e trajos locais) abertos em chapa de metal (dita nesta obra "a talhe-doce") com grande perfeição gráfica. Exemplar em gran-papier, com todos os volumes em barba, isto é, completamente por aparar inclusive à cabeça. Primeira edição francesa in 4º, a mais apreciada e mais procurada pelas suas dimensões e beleza do que a edição in 12º de 1725. Obra com a descrição geográfica e política de Portugal e da Espanha, contendo detalhes sobre a vida nas cortes e a história dos Descobrimentos dos portugueses e das Conquistas dos espanhóis. Aborda a história na Antiguidade e na Idade Média das províncias da Biscaia, Astúrias, Galiza, Leão, Castela-a-Velha, Andaluzia, Granada, Cádis, Múrcia, Valencia, Catalunha, Aragão, Navarra, as ilhas de Maiorca e Menorca, as seis províncias do reino de Portugal, uma descrição geográfica de Portugal e de Espanha, entre outras. A descrição de Portugal encontra-se na última parte do 3º volume e no início do 4º volume desta obra. Esta descrição de Portugal surge após a descrição da ilha e da história da Sardenha (que aqui também faz parte de Espanha). A descrição de Portugal em geral começa na página 223, antecedida por duas lâminas extratexto com quatro gravuras abertas em chapa: o mapa de Portugal e do Algarve com itinerários terrestres, a foz do Rio Minho, um mapa de Braga e uma vista de Coimbra. Segue-se a descrição dos arcebispados, das conquistas e das colónias portuguesas, na qual se inclui desde Ceuta e o Funchal até Nagasaki no Japão. Às divisões das províncias do continente e as suas dependências das capitais provinciais, seguem-se as descrições individualizadas das vilas e cidades a partir da página 232: Viana do Castelo, Porto, Guimarães, Braga, Miranda do Douro, Bragança, Lamego, Aveiro, Coimbra, Viseu, Guarda, Idanha, Tomar, Pedrógão, Leiria, Alcobaça, Peniche, Berlengas e Santarém. Segue-se Lisboa (com duas lâminas com quatro vistas da cidade), depois a descrição de Belém com outras duas lâminas extratexto com quatro vistas de Belém (o Palácio de Belém que o rei tinha adquirido, o perfil da costa até Cascais, a vista de Santo Amaro e da Ajuda e o Mosteiro dos Jerónimos). Seguem-se as descrições da cidadela de S. Julião da Barra, Sintra, Setúbal, da qual se apresenta um mapa juntamente com a Torre de Belém em Lisboa, e a vista de Évora e Estremoz e o mapa de Elvas, que são descritos em seguida. Segue-se a descrição de outras praças-fortes no sul de Portugal: Portalegre, Olivença, Vila Viçosa, Arronches (as três últimas com mapas extratexto) e ainda Moura, Serpa, Beja, Tavira, Faro, Silves, e Lagos. A partir da página 298 até ao final deste volume da obra (pág. 331) apresenta-se uma espécie de roteiro turístico e cultural para quem viajar em Espanha e em Portugal. No início do 4º volume desta obra apresentam-se os usos e costumes civis, militares e religiosos em Portugal. Por exemplo a descrição das touradas das quais se mostra uma gravura com uma imagem de uma praça de touros em Lisboa, um Tribunal da Inquisição (o texto também apresenta um caso particular de um julgamento inquisitorial), os incriminados nos Autos de Fé, os uniformes das ordens militares religiosas (Santiago, São João de Ala, Cristo, etc) e novamente uma vista do Tejo durante um acontecimento social: o embarque real de Dona Catarina quando desposou o rei Carlos II de Inglaterra (em extratexto na pág. 132/133). Palau I, 268 [ent. 9589]: «4 volumes. 4º mayor. 85 láminas. Tomo I, 2h. xii-424 p. 3 mapas plegados. Tomo II, 2h. 288 p. 46 láms. con 96 vistas. mapas, planos. Tomo III, 2 h. 331 p. 30 láms. con 63 vistas, y otra de Barcelona plegada. Tomo IV, 2h, 340 p. 23 h, 5 láms. con 10 vistas. 900 francos, Paris, en 1930. 200 pts. Barbazán, 1940.» Brunet I, 205 [25991]: « (trad. de l espagnol par Massuet). Amst. 1741, 4 vol. gr. in 4º fig. 20 à 24 fr. Ved. 58 fr. mar. citr. La Serna. On a fait em même temps un éddition en 8 vols. in 12º , laquelle n est pas plus chère que l in 4º. » Inocêncio não refere, no entanto o autor é conhecido na bibliografia portuguesa pela sua História das Inquisições de Espanha e de Portugal. Outras referências bibliográficas: BN Paris 2, 738; Duarte de Sousa 1, 261 (refere a edição in 12º em 8 volumes). Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-10-C-18. Seller Inventory # 1604NM026

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LEI SOBRE O TEMPO QUE HÃO DE

About this Item: Hard Cover. Condition: Good. que houverem de servir a El-Rei como juízes, advogados ou procuradores. [cólofon] Foy impressa esta Ley per mandado del Rey nosso Senhor na çidade de Lixboa per Germão Galharde emprimidor. A. xviij dias do mês de Janeyro do dito anno de mil quinhentos y trinta y noue ãnos.Lisboa, Germão Galhardo 1539. In fólio de 27x19 cm. 2 fólios com 4 páginas. Encadernação recente em pergaminho com o título gravado a ouro na pasta anterior. Impressão em caracteres góticos, adornada com a capitular D xilográfica no início do texto. Anselmo 616A. D. Manuel II, 352. BDMII [Ruas], 373. Inocêncio XIII, 294. Palha, 275. Dom Joam per graça de deos rey de Portugal Faço saber q[ue] querendo eu dar ordem como os Letrados de q[eu] me eu ouuer de servir: assi[m] de meus desembargadores: como de corregedores: ouuidores das comarcas y juizes de fora: y assi[m] outros quaesquer Letrados que em meus reynos y Senhorios ouuerem de ter alguu[m] officio de julgar: auogar ou procurar sejam soficientes pera os ditos carregos: Segundo a cada huu[m] deles conuem: ordenando o tempo que ajam de ter destudo pera poderem servir y vsar dos ditos carregos: ouue por bem de o determinar y declarar per esta Ley: pera os que estudarem saberem ho tempo ham de ter destudo: segundo o carrego em que cada huu[m] esperar de seruir. Pelo qual ordeno que os letrados que daqui em diante ouuer de tomar pera me seruire[m] de desembargadores tenham estudado em direyto çiuil ou canonigo: ou em ambos os ditos derieitos: doze ãnos ao menos na vniversidade da çidade de Coymbra: depois de sere[m] gramáticos: ou os que teuere[m] estudado oyto annos na dita vniversidade: y depois de seruirem quatro anos ao menos de juyzes de fora: ouuidores ou corregedores: ou forem procuradores na casa da soplicaçã[o] os dito quatro anos ao menos Aqual Ley Ey por bem y mando que se cumpra y goarde como se nella contem. E mando ao chanceler moor que a pobrique y enuie o tre[s]lado della aos corregedores y ouuidores das comarcas assinadas per elle. Aos quaes corregedores y ouuidores mando que as façam poblicar em todos os lugares de suas comarcas pera a todos ser notório. Dada em a cidade de Lixboa: aos xiii. de Janeyro. Anrique da mota a fez. Anno do nacimento de nosso Senhor Jesu christo. de Mil y quinhentos xxxix. annos. + E foy poblicada esta Ley pelo chançeler moor na chancelaria aos xiiii dias do mês de janeyro do dito anno. E não se poderá imprimir nem vender per nenhu[m]a pessoa: saluo per Afonso loure[n]ço liureyro morador nesta çidade de Lixboa E sera assinada cada hu[m]a dellas pelo ditto chãçeler moor: não sendo por elle assinada não lhe sera dada fee algu[m]a ne[m] credito. [Cólofon] Foy impressa esta Ley per mandado del Rey nosso Senhor na çidade de Lixboa per Germão Galharde emprimidor. A. xviij dias do mês de Janeyro do dito anno de mil quinhentos y trinta y noue ãnos. +.+. +. [assinatura do chanceler-mor] Alvaro Fernandes. Na BNP encontram-se 3 variantes: PORTUGAL. Leis, decretos, etc. [Lei sobre os anos de estudo que devem ter os ministros e letrados]. - Lixboa : per Germao Galharde, 18 Ianeyro 1539. - [2] f. ; 2º (30 cm). - Título factício. - Começo: 'Dom Ioam per graça de deos.'. - Lei de D. João III. - Anselmo 616 (nota a seguir à descrição). - D. Manuel 352. [Trata-se da mesma variante que apresentamos, o cólofon acaba também com a data escrita por extenso. A única diferença é o exemplar ser assinado pelo chanceler-mor Ioan Paez.] PORTUGAL. Leis, decretos, etc. [Lei sobre os anos de estudo que devem ter os ministros e letrados]. - Lixboa : per Germão Galharde, 18 Ianeyro 1539. - [2] f. ; 2º (30 cm) Anselmo 616. D. Manuel 351. [Trata-se da variante em que o cólofon acaba com a data em numeração romana. O exemplar é assinado pelo chanceler-mor Ioan Thome.] PORTUGAL. Leis, decretos, etc. [Lei sobre os anos de estudo que devem ter os ministros e letrados. - S.l. : s.n., depois de 13 de Janeiro de 1539]. - [1] f. ; 2º (29 cm). - Título factício. - Começo : 'Dom Ioam per graça de Deos.'. - Lei de D. Joäo III de 13 de Jan. 1539. - Anselmo 1109. - Gusmão 514. Exemplar em consulta digital: [Trata-se de um espécimen bibliográfico tipograficamente totalmente diferente. Provavelmente oriundo de uma edição com compilação de leis. O exemplar não e esta assinada pelo chanceler mor] Na FCB cat. BDMII [Ruas] encontram-se duas variantes n.º 372 e 373: PORTUGAL. Leis, decretos, etc. [Lei sobre os anos de estudo que devem ter os ministros e letrados]. - Lixboa : per Germão Galharde, 18 Ianeyro 1539. - [2] f. ; 2º (289 mm). Anselmo 616. D. Manuel 351. Simões 654. [Trata-se da variante em que o cólofon acaba com a data em numeração romana. O exemplar é assinado pelo chanceler-mor?] PORTUGAL. Leis, decretos, etc. [Lei sobre os anos de estudo que devem ter os ministros e letrados]. - Lixboa : per Germão Galharde, 18 Ianeyro 1539. - [2] f. ; 2º (282) Anselmo 616 (nota). D. Manuel 352. Simões 655. Var. de Anselmo 616 pois o colophon parte de modo diferente e tem a data final por extenso. [Trata-se da mesma variante que apresentamos. O exemplar é assinado pelo chanceler-mor ?] Inocêncio [aliás Brito Aranha] descreve e reproduz o fac-simile do (rosto e verso) de uma quarta variante especial com 6 fólios de impressão acrescentada pelo impressor, sendo dois fólios suplementares com gravuras (rosto e verso) e ainda diz ainda (sem especificar a variante) que existia outro exemplar impresso em pergaminho na Biblioteca da Universidade de Coimbra. Ao que parece será a mais (ou das) antiga Lei gótica impressa descrita na bibliografia portuguesa? Inocêncio XIII, 294. "LEYS AVULSAS (v. Dicc. tomo V, pag. 184). A collecção mais preciosa, que se conhece presentemente em Portugal, é a que possue o sr. conselheiro João José de Mendonça Cortez, de quem tratei no tomo X, pag. 286 a 288. N'esta ultima pagina veja as linhas 6.ª a 12.ª São mui apreciaveis para a bibliographia todas as que appareceram em gothico, e especialmente se tiverem frontispicios gravados. Innocencio indicou algum. Seller Inventory # 1211CS005

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MEMORIAS HISTORICAS CHRONOLOGICAS DA SAGRADA RELIGIÃO DOS: CAETANO DE BEM,
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About this Item: Hard Cover. Condition: Very Good. ESCRITAS POR D. THOMAZ CAETANO DE BEM, CLERIGO REGULAR, MESTRE JUBILADO EM SAGRADA THEOLOGIA, QUALIFICADOR DO SANTO OFFICIO, SOCIO DO NUMERO, E CENSOR DA REAL ACADEMIA, E CHRONISTA DA REAL CASA DE BRAGANÇA. TOMO I [e TOMO II]. LISBOA NA REGIA OFFICINA TYPOGRAFICA. ANNO M. DCC. XCII. [1792]. In fólio (de 33x21 cm) com 1º volume [8], lvii, 507 e 2º volume xxxi, xxxviii, 416 [aliás 418] págs. Encadernação da época, inteira de pele, um pouco cansada nas coifas, as lombadas com rótulos vermelhos ricamente lavradas com finos ferros a ouro, assim como as pastas, que apresentam esquadrias douradas e super-libris da famosa Biblioteca de Garnier (capelão da Igreja da comunidade francesa em Lisboa ao tempo da Revolução Francesa e conselheiro do embaixador francês). Cortes das folhas carminados. Magnífico exemplar impresso em papel de linho muito alvo, preserva grande sonoridade do papel e margens muito generosas. No primeiro volume apresenta trabalho de traça marginal, perfeitamente restaurável, que atinge as págs. 197 a 232. Impressão com tiragem de 500 exemplares. Obra única no seu género, de grande importância para a compreensão dos conceitos historiográficos vigentes nesta época e para o conhecimento da história diplomática da Europa, de acordo com as fontes portuguesas. Contém a história detalhada da ida para o Oriente dos padres Teatinos, com a sua passagem pelo Cáucaso e pelo Golfo Pérsico, na procura da evangelização do Extremo Oriente ou Índia Oriental. A Regra Teatina foi a primeira regra clerical e regular a ser fundada em Roma em 1524, com o nome de Congregação dos Clérigos Regulares da Divina Providência, cujos membros são conhecidos como 'teatinos'. Na página 69 desta obra encontra-se a lista, ou catálogo, de varões ilustres desta religião até ao ano de 1782. A referida lista principia com São Caetano de Tiene, fundador da Sagrada Religião dos Clérigos Regulares e canonizado pelo Papa Clemente X. A expansão missionária para o Oriente dos Clérigos Regulares, ou Ordem Teatina, começou em 1626 com uma primeira missão ao Cáucaso, particularmente na Geórgia, que era de religião ortodoxa e dominada politica e militarmente pela presença otomana. O Padre Pedro Avitabile e outros religiosos viajaram por mar e por terra, alcançando a Geórgia e conseguindo a conversão de seus reis e bispos ortodoxos, que reconheceram o Papa Urbano VIII. Em 1639 o Padre Avitabile voltou a Roma, procurando a aprovação dos seus planos apostólicos. (vide vol. I, pág. 78 e seguintes sobre "A Entrada da Religião dos Clérigos Regulares nas terras do domínio da Coroa Portuguesa"). Todo este capítulo aborda a vida e missão do Venerável Padre D. Pedro Avitabile, tendo sido ele o promotor da ideia e todos os sucessos desta missionação (vide vol. I, pág. 107, col. 1). Os seus pedidos e súplicas para a missão ao Oriente corriam desde 1635 na Congregação para a Propagação da Fé, em Roma. O autor declara que os portugueses tinham perdido o poder e as possessões e era a própria ordem Teatina que intervinha no restabelecimento da evangelização. A ordem usou meios próprios e as suas bases na Geórgia "onde tinham fundado tantas Missões, com tanto fruto daqueles povos" (vol. I, pág. 115, col. 2). Daí os missionários foram por terra até ao Estreito de Ormuz na Pérsia, (vide vol. I, pág. 112, 1ª col). A partir daí recusaram a ida em navios da Armada Portuguesa ou navios comerciais portugueses, preferindo seguir viagem a bordo de navios maometanos (vide vol. I, pág. 113). Esta ordem procurava sobrepor-se à influência portuguesa e chegar "onde não tinha chegado o valor dos portugueses" (pág. 166, col 2). Em 15 de Outubro de 1640 chegaram a Goa, na Índia Portuguesa. A obra contém além da história dos clérigos regulares, também a História de Portugal, que a mesma ordem regular testemunhou ao longo dos séculos, desde a sua vinda para Portugal no tempo do Cardeal Rei D. Henrique. O autor faz a descrição de bibliotecas famosas (como a dos Medicis I, 339); a vida do Padre Rafael Bluteau "que foi uma grande luz do orbe literário e da religião Teatina" (I, 283); a vida do padre António Caetano de Sousa (II, 274); e outros padres principais dos Teatinos. As biografias encontram-se sempre relacionadas com o seu tempo e com a História de Portugal e da Europa como, por exemplo, a longa querela diplomática sobre a demarcação dos limites ou fronteiras do Brasil e das possessões portuguesas na América do Sul (II, 107). Esta obra é uma das fontes do Dicionário Bibliográfico Português de Inocêncio (Vol. I pág. XLVIII): «MEMORIAS HISTORICAS CHRONOLOGICAS DA SAGRADA RELIGIÃO DOS CLERIGOS REGULARES em Portugal e suas conquistas, por D. Thomas Caetano de Bem. Lisboa, na Regia Off. Typographica 1792 94 fol. 2 volumes». Vide também a recensão desta obra feita por Inocêncio (VII, 338): «[ ] No formato de folio, algum tanto maior que o ordinário chamado português. [ ] Imprimiram se d"esta obra só 500 exemplares. [ ] De todas as [obras] do autor é sem dúvida a mais considerável a todos os respeitos. Posto que estejam muito longe de poderem ser tomadas para modelo, quer no estilo, quer na linguagem, quer ainda na disposição metódica, estas Memorias são todavia curiosas, e instrutivas em sumo grau, e oferecem copiosos subsídios não só para a história das letras neste reino nos seculos XVII e XVIII, mas até para a sua história política. Ali se encontram as vidas e acções particulares de alguns varões doutos, que floresceram naquela benemérita e laboriosa congregação, tais como D. Raphael Bluteau, D. Manuel Caetano de Sousa, D. José Barbosa, D. António Caetano de Sousa, D. Luis Caetano de Lima etc. etc. São particularmente interessantes e noticiosas as vidas de D. Manuel Caetano de Sousa e D. Luis Caetano de Lima. Na do primeiro o cronista soube habilmente aproveitar-se da viagem que o seu confrade empreendeu á Itália indo assistir ao capítulo geral da ordem, para dar notícia de muitas antiguidades preciosas, de muitos livros e manuscritos raros, existentes nas liv. Seller Inventory # 1507JC017

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CATALOGO ILLUSTRADO DAS AVES DE PORTUGAL.: PORTUGAL, D. Carlos

PORTUGAL, D. Carlos I de Bragança, Rei de.

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. (Sedentárias, de arribação e accidentaes). Por D. Carlos de Bragança. Faciculo I: Estampas I a 20 (Texto em portuguez e francez). Lisboa. Imprensa Nacional. 1903. [Seguido de]: CATALOGO ILLUSTRADO DAS AVES DE PORTUGAL. (Sedentárias, de arribação e accidentaes). Por D. Carlos de Bragança. Faciculo II: Estampas 21 a 40 (Texto em portuguez e francez). Lisboa. Imprensa Nacional. 1907 In fólio de 32x25 cm. Obra em 2 volumes em um publicados, respectivamente, em 1903 e 1907. Encadernação da época com lombada e cantos em pele; com finos ferros a ouro na lombada e nas pastas. Exemplar apresenta as capas anteriores e posteriores de cada um dos fascículos. Cortes das folhas aparados e carminados apenas à cabeça. Apresenta nas guardas um ex-libris de bibliófilo da época. Cada um dos fascículos ilustra 20 espécies de aves. Estampas pintadas por Enrique Casanova sob orientação do rei D. Carlos e, nalguns casos, por si aguareladas. Cada estampa/espécie apresenta o nome científico e o nome em cinco idiomas diferentes, seguido do seu estatuto migratório e a abundância, fazendo-se também uma referência ao local de captura das aves ilustradas em cada estampa e, por vezes, a outros locais onde o Rei terá observado ou capturado aves dessa espécie. D. Carlos cedo começou a organizar uma colecção de pássaros por si abatidos e destinados a formar um "Museu Ornitológico". Aos 24 anos o Rei começou a escrever a Ornitologia de Portugal, que foi corrigindo constantemente com grande rigor científico. Em 1893, com 30 anos de idade, decide publicá-la com o título Catálogo Ilustrado das Aves de Portugal, entregando a Albert Girard a área científica, ficando Enrique Casanova, seu professor de desenho, responsável pelas estampas. No entanto D. Carlos esteve presente em tudo, com o seu saber e a sua arte. A obra destinou-se a ser publicada pela Imprensa Nacional - Casa da Moeda em fascículos ilustrados com 20 estampas cada. O 1.º fascículo saiu em 1903 e o 2.º em 1907. Dom Carlos I, rei de Portugal, nasceu em 1863. Ao longo da sua juventude viajou por várias cortes europeias. Numa dessas viagens conheceu Amélia de Orleans princesa de França e filha primogénita do Conde de Paris. Depois de um breve noivado desposou-a em Lisboa, em Maio de 1886. O reinado de D. Carlos foi caracterizado por diversas crises políticas. O rei era dotado de uma grande sensibilidade artística que o levou a dedicar a maior parte do seu tempo a um conjunto diferenciado de actividades, destacando-se a pintura, a ornitologia (estudo das aves) e a oceanografia. D. Carlos foi um apaixonado por fotografia, sendo o autor de uma grande parte do espólio da família real. O rei foi um pintor de talento, com grande capacidade expressiva e uma técnica apurada, demonstrando uma profunda sensibilidade na temática marinha. Assinava por vezes as suas obras com o nome "Carlos Fernando". Recebeu prémios internacionais de instituições, como a Sociedade Zoológica de Londres, Sociedade Oceanográfica do Golfo de Biscaia, ou o Museu História Natural, entre outros. Em 1985 foi publicado um fac-simile da obra e foi adicionado um terceiro volume ou suplemento, que contém mais 53 estampas de desenhos, até então inéditos, também de passeriformes, no entanto sem qualquer texto. Enrique Casanovafoi foi um pintor espanhol (Saragoça, 1850 - Madrid, 1913) que veio para Portugal em 1880, tornando-se professor de pintura do príncipe D. Carlos e do infante D. Afonso em meados de Maio de 1881, tarefa que se prolongaria até Setembro de 1884. Outros membros da família real foram também alunos de desenho e de pintura de Casanova, cujos ensinamentos influenciaram as obras artísticas de D. Maria Pia, D. Luís e D. Amélia. Casanova fez parte do círculo restrito da Corte, acompanhando-a nas suas viagens e estadias. Enrique Casanova foi um artísta polivalente na sua produção cerâmica, escultórica, pictórica e gráfica. A aguarela foi a técnica mais utilizada na pintura. A sua mestria, a técnica e o realismo das suas aguarelas possibilitou que, um século mais tarde, o Palácio Nacional da Ajuda as tomasse como fonte para a reconstituição das suas salas. No âmbito da ilustração colaborou também com a rainha D. Amélia e com o arquitecto Raul Lino nas ilustrações para o livro O Paço de Sintra (1903). Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-8-D-28. Seller Inventory # 1105NM001

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BESCHRYVING VAN SPANJEN EN PORTUGAL: AA. (Pieter van

AA. (Pieter van der)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. Waar in, Op het naauwkeurigste, at het gene, dat, zoo ten opzigte van hunnen ouden, als tegenwoordigen staat, aanmerkens-waardig, noodig en vermaakelijk om te weeten is, verhaald en door kunstige Print-verbeeldingen en Land-kaarten aangeweezen werd; Dienende daar-en-boven, voor een kort begrijp der voornaamste Geschiedenissen, Staats-gevallen, Regten, Zeden en Gewoontens deezer magtige Koningrijken, En eyndelijk, tot een duydelijke Weg-wijzer, om allo der zelver Landschappen, Grens-paalen, Steeden, Vlekken en Dorpen, op het kortste, veyligste en gemakkelijkste, te bereyzen. TE LEYDEN, By PIETER VAN DER Aa, Boekverkoper; MDCCVII [1707]. Met Privilegie. In fólio (39x25 cm) com [xii], + 1 mapa desd. + 1 vista de Barcelona desd. + 80, 84, 128, 52, 56 e [lxiv] págs. Encadernação da época, inteira de pele, com ferros a ouro na lombada e rolados em esquadrias nas pastas. Ilustrado com anterrosto e frontispício gravados, uma grande carta geográfica desdobrável da Península Ibérica, outra da Península em formato pequeno na página 1, 1 mapa, 1 gravura com a vista de Barcelona (ambos desdobráveis) e com dezenas de gravuras impressas no texto abertas em chapa de metal retratando localidades ibéricas. A parte consagrada a Portugal contém carta geográfica do país, plantas de Vila Nova de Cerveira e de Braga, vista de Coimbra, cinco gravuras de Lisboa, três de Belém, uma de Cascais a Belém, planta de Setúbal, vista de Évora, plantas de Extremoz e de Elvas, vista de Arronches, planta de Olivença, vistas de Vila Viçosa e de Ferreira do Alentejo. A parte quinta contém cinco gravuras relativas à Inquisição, mais uma representando uma corrida de touros e ainda uma outra relativa à partida da Infanta D. Catarina para a Inglaterra. Folha de rosto impressa a vermelho e preto. Texto impresso a duas colunas Obra famosa com uma pormenorizada descrição da Península Ibérica estruturada em cinco partes. A primeira descreve o norte de Espanha. A segunda parte descreve a região central, incluindo Madrid e a região fronteiriça com Portugal. A terceira parte descreve o sul de Espanha e a costa mediterrânica, incluindo a Catalunha. A quarta parte é dedicada a Portugal, sendo descritas as principais regiões e 38 localidades, incluindo, Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro, Belém e Sintra. A quinta parte contém descrições de aspectos característicos de Portugal e Espanha, onde se destacam a relação das ordens militares e uma descrição da Inquisição e dos seus procedimentos incluindo os Autos de Fé. Primeira edição e única em holandês. Foram impressas mais duas edições de menor forma, ambas traduzidas para francês nas quais foram utilizados os mesmos desenhos. Pieter van der Aa (Leiden 1659-1733) começou como aprendiz de um vendedor de livros com nove anos de idade e iniciou seu próprio negócio como editor de livros aos vinte e três anos. Como editor produziu uma obra variada e prolífica, centrada na produção de mapas e atlas. As suas publicações incluem um "Atlas Nouveau", completado por volta de 1710, e a famosa "Galerie Agreable du Monde", com 66 partes em 27 volumes, completada em 1729. Esta última obra contém mais de três mil mapas. As partes 61 a 63 lidam apenas com o continente africano. Pieter van der Aa foi editor e comerciante bem sucedido. As edições têm grande qualidade estilística e decorativa, correspondendo ao gosto do público da época. Muitos de seus mapas foram gravados por cartógrafos flamengos, tais como Luiken, Goeree e Stoopendael. [EN] In folio (39x25 cm). [xii], + 1 folding map + 1 folding view of Barcelona + 80, 84, 128, 52, 56 and [1] pgs. Illustrated with 1 map, 1 engraving with the view of Barcelona (both leaflets) and with dozens of engravings in the text, etched on metal plates, depicting Iberian places. Binding: Contemporary full calf, gilt tools on spine and gilt frames on boards. Famous work about travels in Portugal and Spain, with scenes about local traditions and habits. First and unique edition in Dutch. Two smaller editions were printed, both translated into French and in which the same drawings were used. Palau 212. Duarte de Sousa 1, 299. Catálogo de Duas importantes bibliotecas (Uma delas de J. J. Gomes de Brito) 185 Language: Outros / Other Location/localizacao: M-4-B-40. Seller Inventory # 1405JC033

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PORTUGAL. Leis, decretos: Ley sobre o pam

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. E sobre o que se empresta a pagar em pam. [colofon]: Foy publicada esta ley del rey nosso senhor na cidade de Lisboa: na casa onde se faz a chãcelaria pleo doutor Joã paez do desembargo do dito senhor q[eu] hora tem carrego de chãçeler moor. Aos oiyo dias do mês de Março: Anno do nacimento de nosso senhor Jesu Christo: de mil quinhe[n]tos e trinta e nove annos.[.] em casa de Germão Galharde empremidor. Aos doze dias do mês de Março, Anno MDxxxix [1539]. 1 fólio duplo (de 27x19 cm). Encadernação do século. XX com ferros a seco nas pastas e lavrados a ouro na lombada (com falta de rótulo). Exemplar com título de posse coevo manuscrito no colofón. Anselmo 89. BNP 717. Bib. D. Manuel II, 375. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-9-D-7. Seller Inventory # 1507JC018

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FLORES DE ESPAÑA EXCELENCIAS DE PORTUGAL.: SOUSA DE MACEDO.

SOUSA DE MACEDO. (António de)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. En que beuemente se trata lo mejor de sus historias, y de todas las del mundo desde su principio hasta nuestros tempos, y se descubren muchas cosas nueuas de prouecho, y curiosidade. PARTE PRIMERA [e única publicada]. A la Magestad del rey Catholico de las Españas Don Phelipe IIII nuestro Señor. Por Antonio de Sousa de Macedo su moço Fidalgo, y Cauallero del habito de Christo. EN LISBOA. Com todas las licencias necessárias. Impressas por Iorge Rodriguez. Año 1631. In fólio 26x20 cm. Com [16], 252 fólios. Encadernação da época em pergaminho flexível com título manuscrito na lombada e vestígios de atilhos. Exemplar apresenta levíssimos vestígios de humidade generalizada e de manuseamento, anotações manuscritas marginais e coevas e apontamentos bibliográficos da época no verso do último fólio de guarda. 1ª edição, muito rara. Primeira e única parte publicada. Na BNP apenas existe um exemplar incompleto. Obra escrita e publicada durante o domínio filipino em Portugal. O autor divide a obra nas várias excelências que se podem apontar a Portugal: as excelências da fertilidade da terra; as excelências da Monarquia; as excelências da presença pessoal dos portugueses, a sua nobreza e o seu engenho; as excelências da Religião; as excelências da Justiça (a honestidade, a verdade, a fidelidade); as excelências da Fortaleza que demonstraram nas Descobertas e na conquista do Império ultramarino; as excelências da sua magnanimidade, clemência, e humanidade nos Portugueses; as excelências da Língua Portuguesa e dos costumes; e as excelências de quanto Portugal é estimado por Deus e pelos homens. INOCÊNCIO I, 276. "António de Sousa de Macedo, Fidalgo da Casa Real, Comendador das Ordens de Cristo e S. Bento de Avis, Doutor em Direito Civil pela Univ. de Coimbra, Desembargador da Casa da Suplicação, Secretario de Embaixada na Corte de Londres, e Embaixador aos Estados de Holanda, Secretario d Estado d El-rei D. Afonso VI, etc. etc. - Foi oriundo da vila de Amarante, mas nascido na cidade do Porto, e aí baptizado na freguesia de N. S. da Victoria (segundo diz Barbosa) a 15 de Dezembro de 1606. Depois de prospera e adversa fortuna veio a falecer em Lisboa no 1.º de Novembro de 1682. - No número 43 do Panorama de 1842 vem a sua biografia, assignada com as iniciais P. M. - O seu retrato anda nas últimas edições da Eva e Ave, de que logo falarei. - Escreveu numerosas obras em vários géneros e em diferentes idiomas, cujos títulos se podem ver na Bibl. Lus. tomo I. Aqui só darei noticia das que compôs e imprimiu em português, e de algumas castelhanas, que mais de perto nos tocam, tais como a seguinte, que foi a primeira que publicou ao contar 25 anos: Flores de España, Excelencias de Portugal, em que brevemente se trata lo mejor de sus historias y de todas las del mundo, desde su principio hasta nuestros tiempos, y se descubren muchas cosas nuevas de provecho y curiosidad. Lisboa, por Jorge Rodrigues 1631 fol. - Saiu segunda vez, aumentado com a Armonia Politica, Coimbra, por António Simões Ferreira 1737 fol. de XII 300 78 pag. Esta segunda edição corre ainda no mercado pelo valor nominal de 960 réis, mas não é raro aparecerem alguns exemplares por preços mais inferiores, de 480 até 720 réis. O meu custou 600 réis. O Sr. Conselheiro José Silvestre Ribeiro a propósito deste livro, que não pode deixar de ser tido como um monumento de erudição, escrito com muita diligência e curiosidade, diz na sua Resenha da Litter. Port., tomo I pag. 18: «Grande prazer teríamos em particularizar algumas notícias d esta obra, se não sentíssemos uma certa repugnância em praticar com um escritor português, que enjeitou a sua língua e escreveu em castelhano as Excelências de Portugal.» D aqui resultaria sobre Macedo um estigma de condenação, que ele quis antecipadamente prevenir, quando na carta que ao princípio dirige ao Reino de Portugal, se escusa para com este, dizendo-lhe: «Perdonad, si dexada la excelente lengua portuguesa, escrivo en la castellana; porque como mi intento es pregonaros por el mundo todo, « he usado desta por màs universal, y porque tambien los portugueses sabem estas excelências, y assi para ellos no es enester scrivirlas.»" PALAU 1970, Tomo XXII, pag.84, ent. 320850: «16 h. 252 fols.; 50 pts Garcia Rico 1918, 250 pts. Layetana 1940, 500 pts. Guzman 1950, 2200 escudos Lopes 1970. No parece que se publicara outra parte más». Ref. BNP: Barbosa Machado 1, 401 Inocêncio 1, 276; 8, 312 não condiz colação Pinto de Matos 592 Garcia Peres 542 Azambuja 2486 Sabugosa 175 Monteverde 5205 Ulrich 3666 Avila Perez 5, 7413 UCBG Res. 1484 Palau (2a ed.) 22, 85 Arouca M 14. Language: Castelhano / Spanish Location/localizacao: M-9-D-3. Seller Inventory # 1312CS022

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ORDENAÇÕES E LEYS DO REYNO DE PORTUGAL

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. ORDENAÇÕES, E LEYS DO REYNO DE PORTUGAL. CONFIRMADAS, E ESTABELECIDAS PELO MVITO ALTO, E MVITO PODEROSO REY DOM JOAM o IV. E decimo octauo dos Reys de Portugal. [Vinheta de grandes dimensões com as armas de Portugal aberta por Manuel de Oliveira]. Com licenças dos superiores, Impressas em Lisboa no Real Mosteiro de S. Vicente da Ordem dos Conégos Regulares. Anno 1636. E a confirmação no de 1643. In folio ( de 37,5x 24,5 cm) com 12 , [2*], [2],298, 100, (3), 168, (4), 122, (4), (1br.), 179, (5), (12) pags. *[A patente de Doação e Sucessão das terras do Príncipe de Eboli encontram-se indevidamente intercaladas entre a paginação inicial]. Encadernação da época inteira de pele com ferros a seco nas esquadrias, apresentando um excelente restauro profissional de parte das pastas e das coifas da lombada. Ferros a ouro no título e nas abertas da lombadas, tendo sido alguns regravados com ferros originais da época. Folhas de guarda renovadas. Ordenações e Leis do Reino de Portugal: 5 livros em 1 volume. Exemplar com vestígios de manchas de humidade; e profusamente anotado a tinta em todas as páginas com notas coevas. As notas manuscritas apresentam comentários com remissões para as leis anteriores e leis subsidiárias, nomeadamente os Repertórios e os Alvarás. Sistema ou Compilação de leis vigentes em Portugal e no Brasil, instituídas no reinado de Felipe II da Espanha, publicadas por Felipe III, e estabelecidas pelo Rei D. João IV de Portugal. Fonte muito importante para estudos sobre a história do direito, sobre qualquer aspecto da história do Século XVII e XVIII e sobre a vida em sociedade nesta época. Os primeiros fólios apresentam as leis da Doação das terras, jurisdições, e direitos da Casa da Rainha que se juntaram nesta edição por ordem de D. João IV. Segue-se o Prólogo (com a conformação das Ordenações por D. João IV) após o qual aparece o primeiro livro das Ordenações, com 298 páginas, o qual contém os regimentos dos magistrados e oficiais de justiça. O segundo livro - com 100 páginas e 1 índice com três páginas - adicionaram-se as isenções e privilégios concedidos ao clero, e trata-se da parte com maior número de anotações manuscritas coevas. No terceiro livro com 168 pags e um índice de 4 páginas inseriu-se a nova ordem do processo judicial e a respectiva organização administrativa. O livro quarto com 124 pags e um índice com 4 páginas é uma génese do código comercial e de direito sucessório. O quinto e último. livro da Ordenações com - 179 pags e 5 pags de índice trata-se da génese de um código penal, prevendo também as penas para os crimes de deficiente organização administrativa dos agentes do Estado. Estas leis - Ordenações - tiveram vigência no Brasil até o fim de 1916, quando começou a vigorar o Código Civil. Segundo o Prof. Alves Dias (in Um olhar sobre as Ordenações. Biblioteca da Cortes, 180 anos. Edição da Assembleia da República. 2017): « A restauração assinalada a 1 de Dezembro de 1640 não tira de vigência a recopilação dfas Ordenações que até esta data se usa. João IV sancionou-a como legislação sua: Hei por bem de minha certa ciencia, poder real e absoluto. de rvalidar, cofiorm,ar, promulgar, e de novo ordenar e mandar que os ditos livroa das ordenações e leys que nelas andam se cunoram e guardem com o se até ao presente praticaram e observaram, como se por mim novamente foram feitas, e ordenadas, promulgadas e estabelecidas. Bastou um pouco de engenho e a impressão de um pouco mais de uma duzia de folhas para apagar as mrcas mis clareas dos ultimos reinados e actualizar as Ordenações com legislação mais premente. Numa informação enviada ao Rei, Tomé Pinhero de Mello. a 10 de Mrço de 1643, explica como o manda fazer. [.] O processo de renovação da legislação - que deste modo deixa de ser Filipina para ser Joanina - é aplicada tanto aos exemplares que estão distribuidos e em uso pelo reino como à queles que aonda se encontram para venda. [.]. A inscrição do nome do novo monarca na prtada das Ordenações - para assim promulgar e legitimar a legislação anterior - passa de recurso a prática seguida nas novas e futureas reimpressões ou edições. A armas do reino e não do rei - que em Portugal agora de confundem, mas que durante a união dinástica fez toda a diferença - estiram presentes em todas as edições do corpo legislativo impressas durante o século xvii ». [EN] Bindings: contemporary full calf gilt at spines. Illustrated with the royal arms placed in frontispiece of each volume. Profusely annotated with coeval manuscript ink notes in marginalia, in such great detail and with much contextual relevance, presenting comments in all of its pages in Portuguese and Latin; and citing references to the pages of several works, including Repertórios and Alvarás (Royal Repertoires and Permits). Laws of the Kingdom of Portugal: 5 books in 3 volumes. Compilation of laws in force in Portugal and Brazil, established in the reign of Philip II of Spain, published by Felipe III, and established by King John IV of Portugal. The first book contains the regiments of the chancellery and judges. In the second book were added exemptions and privileges granted to the clergy. The third book was part of the new order of civil law and procedure. It had validity in Brazil till the end of 1916 when came into force the Brazilian Civil Code. Inocêncio. VI, 327. 17) (C) ORDENAÇÕES DO REINO DE PORTUGAL, recopiladas por mandado d"elrei D. Filippe I de Portugal. Lisboa, por Pedro Craesbeeck 1603. Fol. Reimprimiram-se estas Ordenações em Lisboa, no mosteiro de S. Vicente de Fóra 1636. Fol., por virtude de privilegio real que para isso obtiveram os conegos do mesmo mosteiro, e que elrei D. João IV lhes confirmou por alvará de 29 de Janeiro de 1643. Á proporção que a necessidade o requeria se foi reimprimindo este codigo em successivas edições. A terceira é de Lisboa, no mosteiro de S. Vicente por Manuel Lopes Ferreira 1695. Fol. 2 tomos Quarta, Lisboa, no mosteiro de S. Vicente 1708. 8.º 3 tomos. Quinta, no mes. Seller Inventory # 1402NM012

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O PORTUGAL VINICOLA. LE PORTUGAL VINICOLE.: CINCINNATO DA COSTA.

CINCINNATO DA COSTA. (Bernardino Camilo)

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From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. Estudos sobre a ampelographia e o valor oenologico das principaes castas videiras de Portugal. Recherches sur l`ampélographie et la valeur oenologique dês principaux cépages du Portugal. Por Professor de Technologia Agricola no Instituto Agronomico de Lisboa, Director do Laboratório de Fermentações do mesmo Instituto, Membro do Conselho Superior de Agricultura, da Academia Real das Sciencias, do Instituto de Coimbra, Director da Real Associação Central de Agricultura Portugueza, etc. (Ilustrado com 2 cartas coloridas e 10 chromos e 74 autotypias). Obra mandada executar e publicar pela grande Commissão de Lisboa organisadora da representação portugueza na Exposição Universal [de Paris] de 1900. Imprensa Nacional. Lisboa. 1900. In fólio máximo de 53,5x40,5 cm. com [xlviii], 483 págs. Encadernação com a lombada e os cantos em pele, com nervos e ferros a ouro na lombada, com dois rótulos, executada pela Livraria Ferin, com a etiqueta deste prestigiado encadernador no interior da encadernação. Profusamente ilustrado a cores com 2 mapas de Portugal e 84 gravuras (das quais 10 são cromolitografias e 74 são fototipias), em extratexto sobre papel couché, com folhas de papel vegetal a proteger cada gravura e mapa, com belíssimas imagens de cada casta de uvas descrita no texto. Exemplar preserva as capas de brochura. Edição bilingue português - francês. A Comissão de Lisboaorganisadora da representação portugueza na Exposição Universal de Paris foi constituída conforme as determinações dos decretos de 16 e 24 de Novembro de 1898, do Ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria, Conselheiro Elvino José de Sousa e Brito e integrava os seguintes membros: Conselheiro Frederico Ressano Garcia,Conselheiro Alfredo C. Le Coq, António Teixeira Judice, Antonio Carneiro de Sousa Lara, Luís Diogo da Silva, Henrique Pereira Taveira, Alfredo de Brito, D. Luís Filipe de Castro e o autor. Magnífica edição primorosamente impressa, destinada a servir de propaganda internacional das potencialidades vinícolas de Portugal, que junta a grande beleza gráfica e artística com o rigor científico e a riqueza dos dados estatísticos, muito notável pelo vastolevantamento cientifico da cultura da vinha em Portugal, abrangendo todo o território continental e as ilhas adjacentes. Contém quadros e mapas com dados estatísticos sobre a produção vínicola de Portugal por distrito, no ano de 1898, sobre os rendimentos em vinho por hectare de superfície cultivada, em cada distrito do continente e das ilhas adjacentes, tabela dos preços dos vinhos tintos e brancos por distrito. No final contém um quadro comparativo da composição das uvas das principais castas das regiões vínicolas de Portugal. As 96 castas são apresentadas pela ordem das doze regiões vínicolas de norte para sul mais a região da Madeira. Cada casta é pormenorizadamente descrita através de um texto seguido e com quadros descritivos das características físicas e químicas, dos cachos, dos bagos e das grainhas e do rendimento em mosto. Inocêncio XVIII, 8-9. In folio maximum ( 55x39 cm ) with [ xlviii ] , 483 pags . Illustrated with 2 colored maps; 10 chromolithographies and 74 autotypes. Binding Profusely illustrated with color and black and white printed photogravures on glossy paper with pictures of each grape wine variety described in the text. Specimen preserves original paperback covers. Portuguese - French Bilingual Edition. Work of great graphic apparatus and exquisitely printed with the most important and comprehensive scientific collection about the culture of the vine in Portugal, covering the whole mainland , each grape variety separately described and accompanied by respective image, included in different agricultural regions and wineries, also described concerning their productions, was ordered, published and printed in a Monumental Edition by the Portuguese government to be presented at the Great World Exhibition of 1900 at Paris. Language: Bilingue / Bilingual Location/localizacao: M-grande for. Seller Inventory # 1606JC004

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Annales d'Espagne et de Portugal: Colmenar, Juan Alvarez

Colmenar, Juan Alvarez de

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From: Antiquário do Chiado (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hardcover. Condition: Good. Amsterdam, François L'Honoré & Fils, 1741. 18,5cm. 8 volumes en veau havane marbré de l'époque, dos à nerfs ornés, tranches marbrées. Première édition française illustrée de 169 planches gravées hors texte (cartes des Antilles, de Saint-Dominque, d'Haiti, d'Espagne, du Portugal, vues de San Sebastian, Bilbao, Madrid, Barcelone, encore Lisbonne. Bel exemplaire. Légères rousseurs. Frais de port sont basés sur les livres pesant moins de 2.2 LB ou 1 KG. Si votre commande de livre particulièrement lourds ou grand format, nous pouvons vous contacter pour vous faire savoir frais de transports supplémentaires sont nécessaires. Seller Inventory # 000107

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ORDENAÇÕES E LEYS DO REYNO DE PORTUGAL.

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Hardcover

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From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. CONFIRMADAS, E ESTABELECIDAS PELO MVITO ALTO, E MVITO PODEROSO REY DOM JOAM o IV. E decimo octauo dos Reys de Portugal. [Vinheta de grandes dimensões com as armas de Portugal aberta por Manuel de Oliveira]. Com licenças dos superiores, Impressas em Lisboa no Real Mosteiro de S. Vicente da Ordem dos Conégos Regulares. Anno 1636. E a confirmação no de 1643. In folio ( de 36,5x 24 cm) com [6], 298, 100, (3), 168, (4), 122, (4), (1br.), 179, (5), (12) pags Encadernação da época inteira de pele com nervos ferros a ouro na lombada. Exemplar com encadernação cansada e ligeiramente aparado; ex-libris do século XX; com vestígios de manchas de humidade; e algumas anotações a tinta com notas coevas. Ordenações e Leis do Reino de Portugal: 5 livros em 1 volume. As Ordenações são um Sistema ou Compilação de leis vigentes em Portugal e no Brasil, instituídas no reinado de Felipe II da Espanha, publicadas por Felipe III, e estabelecidas pelo Rei D. João IV de Portugal. Fonte muito importante para estudos sobre a história do direito, sobre qualquer aspecto da história do Século XVII e XVIII e sobre a vida em sociedade nesta época. O primeiros 2 fólios deste exemplar apresentam as autorizações e o Prologo e Ley de Confirmação. Quanto as leis da Doação das terras, jurisdições, e direitos da Casa da Rainha que se juntaram nesta edição por ordem de D. João IV foram colocadas no final da obra , após a Tabuada, ou Indice do ultimo livro de ordenações. [N.b. : A patente de Doação e Sucessão das terras do Príncipe de Eboli que se encontrou noutro exemplar não se encontra neste exemplar]. O primeiro livro das Ordenações, com 298 páginas, contém os regimentos dos magistrados e oficiais de justiça. O segundo livro - com 100 páginas e 1 índice com três páginas - adicionaram-se as isenções e privilégios concedidos ao clero, e trata-se da parte com maior número de anotações manuscritas coevas. No terceiro livro com 168 pags e um índice de 4 páginas inseriu-se a nova ordem do processo judicial e a respectiva organização administrativa. O livro quarto com 124 pags e um índice com 4 páginas é uma génese do código comercial e de direito sucessório. O quinto e último. livro da Ordenações com - 179 pags e 5 pags de índice trata-se da génese de um código penal, prevendo também as penas para os crimes de deficiente organização administrativa dos agentes do Estado. Estas leis - Ordenações - tiveram vigência no Brasil até o fim de 1916, quando começou a vigorar o Código Civil. Segundo o Prof. Alves Dias (in Um olhar sobre as Ordenações. Biblioteca da Cortes, 180 anos. Edição da Assembleia da República. 2017): « A restauração assinalada a 1 de Dezembro de 1640 não tira de vigência a recopilação dfas Ordenações que até esta data se usa. João IV sancionou-a como legislação sua: Hei por bem de minha certa ciencia, poder real e absoluto. de rvalidar, cofiorm,ar, promulgar, e de novo ordenar e mandar que os ditos livroa das ordenações e leys que nelas andam se cunoram e guardem com o se até ao presente praticaram e observaram, como se por mim novamente foram feitas, e ordenadas, promulgadas e estabelecidas. Bastou um pouco de engenho e a impressão de um pouco mais de uma duzia de folhas para apagar as mrcas mis clareas dos ultimos reinados e actualizar as Ordenações com legislação mais premente. Numa informação enviada ao Rei, Tomé Pinhero de Mello. a 10 de Mrço de 1643, explica como o manda fazer. [.] O processo de renovação da legislação - que deste modo deixa de ser Filipina para ser Joanina - é aplicada tanto aos exemplares que estão distribuidos e em uso pelo reino como à queles que aonda se encontram para venda. [.]. A inscrição do nome do novo monarca na prtada das Ordenações - para assim promulgar e legitimar a legislação anterior - passa de recurso a prática seguida nas novas e futureas reimpressões ou edições. A armas do reino e não do rei - que em Portugal agora de confundem, mas que durante a união dinástica fez toda a diferença - estiram presentes em todas as edições do corpo legislativo impressas durante o século xvii ». [EN] Binding: contemporary full calf gilt at spines. Illustrated with the royal arms placed in frontispiece of each volume. Profusely annotated with coeval manuscript ink notes in marginalia, in such great detail and with much contextual relevance, presenting comments in all of its pages in Portuguese and Latin; and citing references to the pages of several works, including Repertórios and Alvarás (Royal Repertoires and Permits). Laws of the Kingdom of Portugal: 5 books in 3 volumes. Compilation of laws in force in Portugal and Brazil, established in the reign of Philip II of Spain, published by Felipe III, and established by King John IV of Portugal. The first book contains the regiments of the chancellery and judges. In the second book were added exemptions and privileges granted to the clergy. The third book was part of the new order of civil law and procedure. It had validity in Brazil till the end of 1916 when came into force the Brazilian Civil Code. Inocêncio. VI, 327. 17) (C) ORDENAÇÕES DO REINO DE PORTUGAL, recopiladas por mandado d'elrei D. Filippe I de Portugal. Lisboa, por Pedro Craesbeeck 1603. Fol. Reimprimiram-se estas Ordenações em Lisboa, no mosteiro de S. Vicente de Fóra 1636. Fol., por virtude de privilegio real que para isso obtiveram os conegos do mesmo mosteiro, e que elrei D. João IV lhes confirmou por alvará de 29 de Janeiro de 1643. Á proporção que a necessidade o requeria se foi reimprimindo este codigo em successivas edições. A terceira é de Lisboa, no mosteiro de S. Vicente por Manuel Lopes Ferreira 1695. Fol. 2 tomos Quarta, Lisboa, no mosteiro de S. Vicente 1708. 8.º 3 tomos. Quinta, no mesmo mosteiro 1727. 8.º 3 tomos. - Sexta Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-8-A-8. Seller Inventory # 1507JC055

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CARTOGRAFIA MILITAR - SÉC. XIX - CARTE-ITINÉRAIRE
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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. dressée PAR ORDRE DE S. E. M. LE MARÉCHAL DUC DE BELLUNE MINISTRE DE LA GUERRE, Sous la direction de M. LE LIEUTENANT GÉNÉRAL COMTE GUILLEMINOT, Directeur Général du Dépôt de la Guerre. Gravée par Richard Wahl, ancien Eléve du Dépot de la Guerre. Chles. SIMONNEAU, Graveur. PARIS. 1823. De 140x180 cm. Mapa da Península Ibérica (Portugal e Espanha) com a dimensão total de 140x180 cm. Composto por 4 lâminas separadas de 67x90 cm, contendo cada lâmina quadrículas de 33x45 cm, coladas sobre tela. Mapa acondicionado em estojo de encadernação inteira em marroquim verde, cansada, com ferros a ouro em esquadria decorativa e título gravado «Map of Spain and Portugal». Colorido e anotado (somente no território de Portugal) com várias zonas ditas "geológicas", mas que no entanto também representam zonas de operações militares, com percursos assinalados e recomendados pelos generais ingleses, contendo numerações em algumas povoações e províncias. No canto inferior direito apresenta título de posse da época: «Mr. John Fowler». Carta geográfica militar na escala de 1:740.000, litografada a preto e branco sobre folhas 33x45 cm de papel avergoado com traçados aguarelados. Contém escalas gráficas graduadas com a representação de: Léguas Espanholas, Léguas Nuevas, Léguas Portuguesas, Léguas Marítimas, Léguas Francesas, Léguas Legais, Léguas Postais e Quilómetros. Quadro com tabela de conversão das medidas anteriores. Latitudes e longitudes delineadas, graduadas e numeradas na cercadura da carta. Apresenta legenda com sinais convencionais para cidades capitais de província, capitais de distrito, localidades fortificadas, cidades comuns e povoações, Estradas Reais ou de Trânsito Postal, estradas e caminhos para viaturas, estradas para cavalos e caminhos pedonais limítrofes dos reinos e das províncias. Conforme consta em nota de rodapé: "esta publicação oficial do Depósito de Material de Guerra do Exército Francês fez uso para a redacção desta Carta dos Itinerários recolhidos em Espanha e em Portugal, bem como nos reconhecimentos militares efectuados nos últimos anos das Campanhas napoleónicas pelos oficiais do Real Corpo de Engenheiros-Geógrafos e de outros oficiais.". Obra não consta na cartografia da BNP. Existe um exemplar no Dêpôt de la Guerre em França. [EN] MILITARY MAP OF SPAIN AND PORTUGAL. PARIS. 1823. Map of the Iberian Peninsula (Portugal and Spain) measuring 40x180 cm. Composed by 4 separated sheets with 67x90 cm, each sheet containing grids of 33x45 cm, glued on canvas. Map in a full green leather binding case, slightly worn, with gilt tools within decorative gilt frames and engraved gilt title «Map of Spain and Portugal». Coloured and with notes (just in the Portuguese territory) with several "geological" areas also representing areas of military operations, with marked routes recommended by English generals, containing numberings in some villages and provinces. It presents, in the right low corner, a contemporary ownership title: "Mr. John Fowler". Military geographic chart in a scale of 1:740,000, lithographed in black and white on 33x45 cm sheets. Military geographic map with water coloured roads and frontiers. Contains graphic scales graduated with representation of Spanish Leagues, Leguas Nuevas, Portuguese Leagues, Maritime Leagues, French Leagues, Legal Leagues, etc. Conversion table for the previous measurements. Latitudes and longitudes outlined, graduated and numbered on the edges. Subtitles and conventional signs for: provincial capital cities, district capital cities, fortified towns, common cities and villages, Royal or Postal Traffic Roads, roads and paths for cars, roads for horses, and footpaths limits of kingdoms and provinces. As stated in the footnote: This official publication of the Deposit of War Material of the French Army has used, for the drafting of the Map, the information collected in Spain and Portugal, as well as from military reconnaissance conducted in the last years of Napoleon s Campaigns by officers of the Royal Corps of Engineers, Geographers, and other officers.". Map is not listed in the Portuguese National Library (BNP). There is a copy in the Dêpôt de la Guerre" in France. Language: Francês / French Location/localizacao: M-8-A-16. Seller Inventory # 1606JC014

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NOTICIAS DE PORTUGAL: SEVERIM DE FARIA.

SEVERIM DE FARIA. (Manuel)

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Quantity Available: 1

From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

Seller Rating: 5-star rating

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About this Item: Hard Cover. Condition: Very Good. ESCRITAS POR MANOEL SEVERIM DE FARIA. CHANTRE, E CONEGO DA SE DE EVORA. EM QUE SE DECLARAM AS GRANDES COMMODIDADES, QUE TEM para crescer em gente, industria, commercio, riquezas, e forças militares por mar, e terra, as Origens de todos os appelidos, e Armas das Familias Nobres do Reyno, as Moedas, que correraõ nesta Provincia do Tempo dos Romanos atè o presente, e se referem vários Elogios de Principes, e Varoens Illustres Portuguezes. Nesta segunda Impressaõ acrescentadas, PELO PADRE D. JOZÉ BARBOSA CLÉRIGO REGULAR, ACADÉMICO DO Numero da Academia Real. OFFERECIDAS AO MUITO REVERENDO DOUTOR JOZÉ CALDEIRA PRESBITERO Do HABITO DE S. PEDRO, PROTHONOTARIO Apostolico de S. Santidade, Beneficiado na Paroquial Igreja N. Senhora da Purificação no Lugar de Sacavem. LISBOA OCCIDENTAL, NA OFFICINA DE ANTONIO ISIDORO DA FONSECA. Anno. M. DCC. XL. (1740). In 4º de 29x20 cm. com [24], 466 [aliás 468] págs. Encadernação da época, inteira de pele, com nervos e rótulo vermelho na lombada, apresentando ferros a ouro por casas fechadas com o raro motivo dos 'castelos com coroa de louros', particularmente utilizados pelos encadernadores portugueses setecentistas de Coimbra. Ilustrado no texto com gravuras de moedas, em que se utilizaram caracteres redondos muito esmaltados. A folha de rosto é impressa a duas cores. Belo exemplar, muito limpo, com boas margens, grande sonoridade do papel e com bela impressão sobre sobre papel de linho muito alvo. Segunda edição de uma obra clássica da história de Portugal. O seu autor foi um importante antiquário e arqueólogo na cidade de Évora. Trata-se de um compêndio histórico. Contém um elogio a cidade de Évora, um panegírico de João de Barros a D. João III, um tratado genealógico da nobreza portuguesa e do seu armorial, um tratado sobre turismo (dito aqui peregrinação), um tratado sobre numismática portuguesa desde os tempos dos Romanos e dos Reis Godos, (encontrando-se neste uma referência ás moedas cunhadas na Índia no tempo de D. Manuel I, entre as quais uma referência ao famoso e raro Cruzado de Ouro (ou Índio de Ouro), um discuso sobre a fundação de todas as Universidades de Espanha no século XIV, e o principio do estudo das ciências ainda no tempo da Lusitânia (segundo o autor), etc. etc. Samodães II, 532 (3170); Palha III, 2745; Ameal 2226; Monteverde 564 (5019); P. Matos, 241; B. Machado III, 372. Inocêncio V, 106 e XVI, 313. "Manuel Severim de Faria, Presbítero, [ ] Nasceu em Lisboa em 1583, morreu em [ ] 1655 [ ] quando contava de idade 72 anos. [ ] Escreveu Severim de Faria grande número de obras estimáveis em diversos géneros, pela maior parte ilustradoras da historia pátria, cujos títulos podem ver se extensamente na Bibl. Lus. As Noticias de Portugal (n.° 1293), da primeira edição, têm alcançado os seguintes preços, conforme os concorrentes e o estado dos respetivos exemplares: no leilão dos livros de Figueira, 3$000 réis no de Sousa Guimarães, 3$400 réis no de Osorio Cabral, 1$780 réis e no de Silva Tullio, 1$050 réis. No catalogo da livraria Pereira da Silva vem cotado por 3$000 réis. Da segunda edição: no leilão de livros de Gubian, 1$250 réis no de Sousa Guimarães, 2$350 réis no de Innocencio, 830 réis no de Minhava, 1$550 réis no de Fernando Palha (leilão que se realizou anonimo, mas que veio a saber-se constava dos duplicados deste distinto bibliófilo), 1$100 réis e no de Luiz Antonio, 500 réis. Este último exemplar podia considerar-se bom mas quando apareceu em praça, e souberam que o autor destas linhas «Brito Aranha» o desejava para a sua biblioteca, ninguém lançou mais e assim o arrematou. No catálogo da livraria Pereira da Silva tem o preço de 2$500 réis ». Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-5-A-11. Seller Inventory # 1711JC054

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CATALOGO CHRONOLOGICO, Historico, Genealogico, e Critico, das: BARBOSA, José.

BARBOSA, José.

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Hardcover

Quantity Available: 1

From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. E SEUS FILHOS, Ordenado Por D. JOZE BARBOSA, ACADEMICO REAL DA HISTORIA Portugueza, e Chronista da Sereníssima Casa de Bragança. LISBOA OCCIDENTAL. Na Officina de JOSEPH ANTONIO DA SYLVA, Impressor da Academia Real. M. DCC.XXVII. [1727]. In fólio (de 27,5x21,5 cm) com [30], 491 págs. Encadernação da época, inteira de pele, com ferros a ouro nos nervos e na lombada (gravada com casas fechadas com os raros ferros dos Castelos, também ditos das Torres). Ilustrado com a heráldica de cada rainha, magnificamente desenhados e abertos em chapa de metal, no início de cada biografia, e seguido de quadros com os diagramas genealógicos das suas origens. Exemplar limpo e sonante, apresentado margens generosas. A obra apresenta a particularidade e a importância de cada biografia ser antecedida da bibliografia consultada pelo autor, pormenorizadamente cotada para cada página das suas fontes, pelo que se trata de uma obra imprescindível em qualquer consulta actual. Inocêncio IV, 259, 261 e XII, 252: «D. JOSÉ BARBOSA, Clérigo regular Teatino, cujo instituto abraçou quando contava de idade pouco mais de quatorze anos foi Cronista da Casa de Bragança, Examinador do Patriarcado e das Ordens militares, Académico da Academia Real de Historia Portuguesa e famoso prégador no seu tempo. Nasceu em 1674, e morreu na casa de S. Caetano da mesma cidade em 1750. Teve por irmãos mais novos o abade Diogo Barbosa Machado, e Ignacio Barbosa Machado, ambos devidamente comemorados n este Dicionário. [ ] Catalogo chronologico, historico, genealogico e critico das Rainhas de Portugal e seus filhos, etc. Lisboa, na Offic. de José Antonio da Silva 1727. fol., ou 4.º gr. de XVIII-491 pag É ilustrado com os escudos das armas de todas as rainhas, desde D. Teresa até D. Mariana d Austria, mulher d El-Rei D. João V. - Dá noticia dos pais, avós e bisavós das mesmas rainhas, de seus casamentos e filhos, seus nascimentos e mortes, tudo averiguado com depurada critica e conhecimento da historia, tal como podia havê-lo naquele tempo. Este Catalogo perderá contudo alguma parte do seu valor e autoridade historica, concluidas que sejam as Memorias das Rainhas, que o sr. Figaniere (Frederico) escreve com grande diligencia e investigação, e do qual existe já impresso o primeiro volume (vej. no Diccionario, tomo III, n.º F, 2039). Os exemplares desta obra são regularmente vendidos a 1:200 réis». Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-8-C-34. Seller Inventory # 1801JC011

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About this Item: Na oficina da mesma Academia, Lisboa, 1794. [8], III, (1), 153, [5] p. : (20 cm) : enc. Muito bom exemplar. Encadernação de época inteira de carneira mosqueada, com rótulo e ferros a ouro na lombada. Primeira edição, raro. Inocêncio 4, 384; Blake 4, 476; Borba de Moraes. Bibliografia Brasileira do Período Colonial, 103; Borba de Moraes. Bibliografia Brasiliana 1, 228. Seller Inventory # 22937

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PORTUGAL 1940.

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Hardcover

Quantity Available: 1

From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. Fotografias de Alvaro, A. Silva, A, Ferreira da Cunha, A. San-Payo, Correia Mendes, H. Novais, J. Benoliel, J. Carrasco, J. Lobo, M. Novais, Nunes de Almeida, R. Vaissier E S. Nogueira. Direcção de J. Leitão de Barros. Edição da Comissão Executiva dos Centenários. Lisboa. 1940. De 34x26 cm. Com 106 págs não numeradas. Exemplar encadernado, preservando as capas de brochura originais. Edição trilingue, contendo legendas em francês e inglês para as figuras representadas, em anexo. Álbum trilingue (português, francês e inglês), comemorativo do terceiro centenário da independência portuguesa face a Espanha e do oitavo centenário sobre a fundação do Reino de Portugal. Seguindo uma linha discursiva nacionalista, patriótica e de exaltação dos valores do Estado Novo, a obras surpreende pelo dramatismo das figuras contidas nas fotogravuras, verdadeiras sínteses da obra empreendida de 1933 até à data. Portentoso e raro documento fotográfico, em que se exaltam as qualidades históricas da Nação portuguesa e a perenidade dos valores em que esta foi consubstanciada pelas ideias do Prof. Doutor António de Oliveira Salazar. [EN] Photos by Alvaro, A. Silva, A, Ferreira da Cunha, A. San-Payo, Correia Mendes, H. Novais, J. Benoliel, J. Carrasco, J. Lobo, M. Novais, Nunes de Almeida, R. Vaissier E S. Nogueira. Directed by J. Leitão de Barros. Edition of the "Comissão Executiva dos Centenários". Lisbon. 1940. 34x26 cm. 106 unnumbered pp. Bound, preserving the original brochure covers. Edition in three languages (Portuguese, French, and English), celebrating the third century of Portuguese Independence from the Spaniards, and the eight centuries of the Foundation of Portugal. Following a nationalist and patriotic line of speech, glorifying the values of "Estado Novo" (Portuguese authoritarian regime between 1933 and 1974), the work surprises by the drama of the photo engravings, which summarise the works carried out from 1933 to 1940. A very powerful and rare photo document, in which the historical qualities of Portugal are glorified, as well as the perpetuity of the values of the country spread by the ideas of António de Oliveira Salazar. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-12-C-43. Seller Inventory # 1702JR119

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MANUSCRITO. SÉC. XVIII. ESBOÇO PARA UM ARMORIAL

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Hardcover

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From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. Anónimo. S/L. S/d [Posterior a 1759]. De 21x16 cm. com circa 292 fólios. Ilustrado. Encadernação da época em pergaminho flexível. Obra sem folha de rosto ou referências ao seu autor. Apresenta desenhos dos móveis e das figuras de acompanhamento heráldico. No final consta um índice dos apelidos e respetiva página da sua entrada. Manuscrito a duas mãos (sendo a caligrafia mais antiga a menos regular), com a descrição completa de cada brasão, porém apenas uma minoria se encontram esboçados, apresentando-se todos com as partes decorativas delineadas (escudo, paquife e elmo). Os esboços dos móveis, cores e esmaltes heráldicos em falta nos escudos encontram-se substituídos pelas suas designações ou pela sua descrição. Apenas alguns escudos apresentam uma descrição da origem histórica dos seus chefes, encontrando-se neste caso: Bacelares, Câmaras, Coutos, Cão, Spínolas e Espinosas, Godinhos, Gachinheiros, Nóbregas, Pereiras, Paradas, Palhares, Refóios, Válboas, Vilarinhos, e Vilalobos, entre outros, os quais nos podem transmitir uma preferência ou aliança do autor com estas famílias. Este armorial omite o título Távora pelo que podemos considerá-lo posterior a esta família ter sido banida em 1759, não se encontrando também outros títulos de famílias relacionadas com os Távoras. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-9-B-20. Seller Inventory # 1402JC059

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REPERTORIO DAS ORDENAC,OES DO REYNO DE PORTUGAL.: MENDES DE CASTRO,

MENDES DE CASTRO, Manuel.

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Hardcover

Quantity Available: 1

From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. Nouamente Recopilladas. Com as Remissões dos Doutores todos do Reyno, que as declarão, & concordia das Leis de partida de Castella, & nesta segunda impressam muyto mais acrescentado. Composto pelo Licenciado MANVEL MENDEZ de Castro, lente que foy de hua Conduta de Leys na Vniversidade de Coimbra, por sua Magestade, & seu procurador & advogado nos Conselhos de Castella, & agora da casa da Supplicaçam, com tença & aluara delembrança do dito Senhor. Ao excellentissimo senhor Dom Francisco de Sandoual & Rojas Duque de Lerma. COM PRIVILEGIO REAL. Impresso com licença em Lisboa por Iorge Rodriguez, á sua custa. Anno 1608. In 4º (de 26x19 cm) com [iv], 162 fólios. Encadernação do século xix inteira de pele marmoreada com ferros a ouro na lombada e no rótulo vermelho. Página de rosto impressa a duas cores. Exemplar com falta de 2 fólios: 157 e 158. O Repertório das Ordenações apresenta o texto impresso dentro de quadrilongos tipográficos, e com anotações marginais impressas, contendo remissões bibliográficas aos vários autores «que se alegam que declaram as ordenações», nomeadamente Pedro de Santarém, ou Santaranensis de Assecurat. 2ª edição impressa em 1608 ? QUAL É O ANO DA PRIMEIRA?, de quatro edições mencionadas por Inocêncio até ao ano de 1725. Inocêncio VI, 59. "MANUEL MENDES DE CASTRO, Doutor em Direito Civil pela Universidade de Salamanca, e incorporado depois na de Coimbra onde regeu por vezes algumas cadeiras como Substituto. Foi Advogado em Madrid e Lisboa, e Procurador da Coroa na Casa da Suplicação, gozando em seu tempo do crédito de abalizado jurisconsulto. -Nasceu em Lisboa, ignora-se o ano do nascimento, bem como o do óbito mas parece que já era finado em 1623. A multiplicidade das edições prova a utilidade e préstimo da obra durante mais de um século." Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-8-D-29. Seller Inventory # 1507JC074

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NOTICIAS DE PORTUGAL: SEVERIM DE FARIA.

SEVERIM DE FARIA. (Manuel)

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Hardcover

Quantity Available: 1

From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. ESCRITAS POR MANOEL SEVERIM DE FARIA. CHANTRE, E CONEGO DA SE DE EVORA. EM QUE SE DECLARAM AS GRANDES COMMODIDADES, QUE TEM para crescer em gente, industria, commercio, riquezas, e forças militares por mar, e terra, as Origens de todos os appelidos, e Armas das Familias Nobres do Reyno, as Moedas, que correraõ nesta Provincia do Tempo dos Romanos atè o presente, e se referem vários Elogios de Principes, e Varoens Illustres Portuguezes. Nesta segunda Impressaõ acrescentadas, PELO PADRE D. JOZÉ BARBOSA CLÉRIGO REGULAR, ACADÉMICO DO Numero da Academia Real. OFFERECIDAS AO MUITO REVERENDO DOUTOR JOZÉ CALDEIRA PRESBITERO Do HABITO DE S. PEDRO, PROTHONOTARIO Apostolico de S. Santidade, Beneficiado na Paroquial Igreja N. Senhora da Purificação no Lugar de Sacavem. LISBOA OCCIDENTAL, NA OFFICINA DE ANTONIO ISIDORO DA FONSECA. Anno. M. DCC. XL. (1740). In 4º de 29x20 cm. com [24], 466 [aliás 468] págs. Encadernação da época, inteira de pele, com nervos e rótulo preto e ferros a ouro na lombada. Boa impressão, ilustrada no texto com gravuras de moedas, em que se utilizaram caracteres redondos muito esmaltados sobre papel de linho muito alvo, a folha de rosto é impressa a duas cores. Belo exemplar com boas margens, grande sonoridade do papel e ex-libris armoriado na pasta anterior de Francisco de Saldanha da Gama Ferrão de Castello Branco, Conde da Ponte e título de posse coevo á cabeça da folha de rosto de Francisco (.) Pacheco de Lemos e Napoles Manuel. Apresenta na página 102 uma anotação coeva marginal com genealogia dos Manueis, descendentes dos reis de Espanha, e na página 257 uma anotação sobre D. Luiz de Amaral, Bispo de Viseu. Segunda edição de uma obra clássica da História de Portugal. O seu autor foi um importante antiquário e arqueólogo na cidade de Évora. Contém um elogio a cidade de Évora, um panegírico de João de Barros a D. João III, um tratado genealógico da nobreza portuguesa e do seu armorial, um tratado sobre turismo (dito aqui peregrinação), um tratado sobre numismática portuguesa desde os tempos dos Romanos e dos Reis Godos, (encontrando-se neste uma referência às moedas cunhadas na Índia no tempo de D. Manuel I, entre as quais uma referência ao famoso e raro cruzado de ouro, ou índio de ouro), um discurso sobre as Universidades de Espanha e o principio da ciências na Lusitânia, entre outros temas. Samodães II, 532 (3170); Palha III, 2745; Ameal 2226; Monteverde 564 (5019); P. Matos, 241; B. Machado III, 372. Inocêncio V, 106 e XVI, 313. "Manuel Severim de Faria, Presbítero, [ ] Nasceu em Lisboa em 1583, morreu em [ ] 1655 [ ] quando contava de idade 72 anos. [ ] Escreveu Severim de Faria grande número de obras estimáveis em diversos géneros, pela maior parte ilustradoras da historia pátria, cujos títulos podem ver se extensamente na Bibl. Lus. As Noticias de Portugal (n.° 1293), da primeira edição, têm alcançado os seguintes preços, conforme os concorrentes e o estado dos respetivos exemplares: no leilão dos livros de Figueira, 3$000 réis no de Sousa Guimarães, 3$400 réis no de Osorio Cabral, 1$780 réis e no de Silva Tullio, 1$050 réis. No catalogo da livraria Pereira da Silva vem cotado por 3$000 réis. Da segunda edição: no leilão de livros de Gubian, 1$250 réis no de Sousa Guimarães, 2$350 réis no de Innocencio, 830 réis no de Minhava, 1$550 réis no de Fernando Palha (leilão que se realizou anonimo, mas que veio a saber-se constava dos duplicados deste distinto bibliófilo), 1$100 réis e no de Luiz Antonio, 500 réis. Este último exemplar podia considerar-se bom mas quando apareceu em praça, e souberam que o autor destas linhas «Brito Aranha» o desejava para a sua biblioteca, ninguém lançou mais e assim o arrematou. No catálogo da livraria Pereira da Silva tem o preço de 2$500 réis. » Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-9-E-18. Seller Inventory # 1702JC011

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CALCULO DOS CAMBIOS DE PORTUGAL COM VARIAS
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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. LISBOA: NA OFFICINA DE SIMÃO THADDEO FERREIRA. ANNO M. DCC. LXXXXII. [1792]. In fólio. De 29,5x19,5 cm. Com 264, [3] págs. Encadernação da época inteira de pele com ferros a ouro na lombada. Ilustrado com tabelas e formas de cálculo financeiro das operações de câmbio e regaste de letras na Praça de Lisboa. Exemplar apresenta as guardas renovadas, mantendo dois fólios originais em branco, título de posse da época manuscrito na folha de guarda original "José Coelho de Carvalho, Lisboa" e leves picos de traça marginais. Obra imprescindível para o estudo das diferenças cambiais, trocas e circulação comercial, apresentando os câmbios directos, indirectos e inversos que se efectuavam de acordo com estas tabelas e com as seguintes praças europeias: Inglaterra, Holanda, Espanha (Madrid e Cadiz), Turim, Génova , Livorno, Veneza, Nápoles, Palermo, Roma, Hamburgo, São Petersburgo e Estocolmo. Trara-se de um produto da escola de comércio pombalina e da longa tradição comercial da praça e da bolsa de Lisboa, tida por alguns investigadores como a percursora da bolsa de valores de Londres. Inocêncio não menciona. BNP não tem exemplar. [EN] In folio. 29.5x19.5 cm. Com 264, [3] pp. Binding: Contemporary full calf with gilt tools on spine. Illustrated with several tables and several forms of financial calculation for money exchange and redemption of bank drafts operations in Lisbon s stock market. Copy with renewed end-papers, keeping the two clank original folios. Contemporary ownership title handwritten on the original end-paper "José Coelho deCarvalho, Lisboa'; slight marginal wormholes. A indispensable work for the study of exchange differences, commercial exchanges and circulation, presenting direct, indirect, and reverse exchange rates, which were done according to these tables and in the following European stock markets: England; Holland; Spain (Madrid and Cadiz); Turin; Genova; Livorno; Venice; Naples; Palermo; Rome; Hamburg; St. Petersburg; and Stockholm. An item seen as product of the school of commerce from the time of the Marquis of Pombal governance on the Lisbon stock exchange; which is according to with some researchers as the origin of the London Stock Exchange. Inocêncio does not mention it. Portuguese National Library (BNP) does not have a copy. Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-10-C-11. Seller Inventory # 1711JC032

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ATLAS GEOGRÁFICO DAS PROVÍNCIAS DO REINO DE: CARPINETTI, João Silvério.

CARPINETTI, João Silvério.

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From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. Lisboa. 1842. De 23x33 cm (formato oblongo). Encadernação do século XX em percalina com o título estampado a ouro na pasta anterior. Ilustrado com 6 mapas do século XVIII (impressos no século XIX) finamente impressos sobre papel de linho encorpado, belamente coloridos, e apresentando uma folha de rosto própria com a data de 1842. Trata-se de uma variante do pequeno atlas de Carpinetti, isto é, com uma apresentação geral do território igual ao de 1762, no entanto com pormenores orográficos e viários diferentes. Outra variante desta obra : MAPPAS DAS PROVINCIAS DE PORTUGAL novamente abertos, e estampados em Lisboa offerecidos ao illustrissimo e excellentissimo Senhor Conde de Oeyras. Por João Silvério Carpinetti Lisbonense. Francisco Manuel, Impressor de Estampas. Lisboa 1762. Presentes na colação: Mapa 1: 'Província de Entre Douro e Minho'; Mapa 2: 'Província de Traz os Montes'; Mapa 3: 'Província da Beira'; Mapa 4: 'Província da Estremadura'; Mapa 5: 'Província do Alentejo'; Mapa 6: 'Reyno do Algarve'. Obra de João Silvério Carpinetti (1740-1800) nas escalas de [ca. 1:660.000] e [ca. 1:1300.000] [EN] Map of Portugal printed on linnen paper. Comprising 6 plates with the partial maps corresponding to the main provinces of Portugal in various scales; circa 1:660.000 to ca. 1:1.300.000. This issue is a variant of the little Carpinetti's atlas of 1762, that is, it has the same general lay out of the territory, although it has different geographical details on the mountain ridges and roads. This copy is complete according to the Biblioteca Nacional de Portugal. Inocêncio IV, 37 : «JOÃO SILVERIO CARPINETTI, lisbonense, como ele se intitula, pintor e gravador, discípulo de Vieira Lusitano. (Vid. Mem. relativas ás vidas dos Pintores, etc. por Cyrillo, pag. 115.) Compôs, ou publicou: 1302) Mappas das provincias de Portugal, novamente abertos e estampados em Lisboa, com uma illustração em que se dá uma breve noticia da 38 geographia. e se pôe uma breve, mas curiosa noticia do nosso reino, provincias, cidades, e villas mais principaes d'elle. Vende-se na loja de Francisco Manuel, impressor de estampas, ás Portas de Sancto Antão. Não tem data no frontispício; porém os Mapas trazem indicado o ano de 1762. São sete mapas e quatro páginas de explicações. Fólio, formato oblongo. Tenho visto poucos exemplares, e ainda não há muito tempo que o acaso me deparou BNP: «Maria Helena Dias - Os Mapas em Portugal, Lisboa, 1995, p.95-98 Suzanne Daveau, 'Os Mappas das provincias de Portugal de J.S. Carpinetti na História da Cartografia Portuguesa'. In: J.S. Carpinetti - Mappas das provincias de Portugal novamente abertos, e estampados em Lisboa. Biblioteca Nacional: Lisboa, 1993. NOTAS: Trata-se de uma edição feita com base em 'Mappas das provincias de Portugal' de João Silvério Carpinetti, originalmente publicados em 1762». Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-7-B-15. Seller Inventory # 1312CS046

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PORTUGAL ILLUSTRATED IN A SERIES OF LETTERS.: KINSEY, Rev. William

KINSEY, Rev. William Morgan.

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Hardcover

Quantity Available: 1

From: Livraria Castro e Silva (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Hard Cover. Condition: Good. BY THE . EMBELLISHED WITH A MAP, PLATES OF COINS, VIGNETTES, MODINHAS, AND VARIOUS ENGRAIVINGS OF COSTUMES, LANDSCAPE SCENERY, &c. SECOND EDITION. LONDON: PUBLISHED FOR THE AUTHOR, BY TREUTTEL AND WÜRTZ, TREUTEL JUN. AND RICHTER. [PRINTED BY A. J. VALPY] 1829. In 4.º de 26x17,5 cm. Com xxxviii, [ii], 564 pags. Encadernação do editor em tela, ornada com estampagem decorativa a seco nas pastas e ferros a ouro na lombada. Ilustrado no texto com gravuras abertas a madeira e 44 litografias de Joseph Skelton em extra-texto abertas em chapa de cobre (incluindo um frontispício gravado), sendo duas em folhas duplas e 9 coloridas a água-tinta. Segunda edição deste raro e importante livro inglês de viagens em Portugal. Ernesto Soares «História da Gravura em Portugal» 1937-1938: "A obra para que este gravador concorreu com muitas das gravuras que a ilustram é das mais curiosas para o estudo dos costumes portugueses, nela vem uma série de trajos, que, embora alguns denotem certa fantasia, merece o alto apreço em que sempre é tida. Fizeram-se duas edições, uma em 1828 e outra no ano seguinte. A segunda edição possui maior número de estampas [mais duas com música popular] do que a primeira." Descrição das 44 gravuras extra texto: I - frontispício gravado com as armas da casa real portuguesa. II - Universidade de Coimbra grav. desdobrável. III - Mapa de Portugal, grav. desdobrável. IV - Torre de Belém. V a XIV - (10 gravuras com música popular). XV - Vista de Sintra com o palácio de D. Manuel I. XVI - Convento dos Capuchos em Sintra. XVII e XVIII - (2 grav. com moedas) XIX - Vista do rio Douro em direção ao Porto. XX - Estalagem Portuguesa. XXI - Vista do Porto e Gaia a partir do convento do Pilar. XXII - Gravura com arbustos e vegetação das margens do rio Douro. XXIII - Gravura com viajantes em Portugal. XXIV - Gravura com um altar religioso numa estrada dedicado as almas dos viajantes. XXV - Vista de Valença do Minho até Tuy na Galiza. XXVI - Cena notívaga em um taberna-albergue em Ponte de Lima. XXVII - Família de agricultores da província de entre Douro e Minho. XXVIII - Vista do rio Douro a partir do Peso da Régua. XXIX - Vista a partir do rio Douro com a serra do Pilar e Gaia. XXX - Retrato de meio corpo de D. Inês de Castro. XXXI - Vista de Leiria. XXXII - Mosteiro da Batalha. XXXIII - Vista de Alhandra. XXXIV - Vista de Lisboa. XXXV - Retrato de meio corpo de Luís de Camões. XXXVI a XLIV - (9 gravuras coloridas a água-tinta contendo 36 costumes portugueses). Exemplar em excelente estado de conservação. Duarte de Sousa II, 386. [EN] In 1827 Kinsey made a tour in Portugal with the intention of making the country better known to the English people. From his journals and a series of letters written to his friend Thomas Haynes Bayly, as well as from historical and other sources, Kinsey published Portugal Illustrated (1828), an interesting account of the country, and well illustrated with engravings by G. Cooke and Skelton from drawings chiefly made by a companion during his tour. It was dedicated to Lord Auckland, to whom Kinsey was chaplain, and a second edition appeared in 1829 (DNB). Language: Português / Portuguese Location/localizacao: M-4-B-27. Seller Inventory # 1311CS001

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Panorama Photographico de Portugal: Varios

Varios

Published by Coimbra (1869)

Used
First Edition
Softcover

Quantity Available: 1

From: Antiquário do Chiado (Lisboa, Portugal)

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About this Item: Coimbra, 1869. Couverture souple. Condition: Très bon. Edition originale. O jornal ¿Panorama Photográphico de Portugal¿ era um jornal conimbricense, de caráter literário, ilustrado com estampas, propriedade e direção de Augusto Mendes Simões de Castro (1845 - 1932), que foi editado entre Novembro de 1869 e Dezembro de 1874. A redação do jornal ficava na Rua do Visconde da Luz, nº 15, em Coimbra e era impresso pela Imprensa da Universidade. 27cm. Br. Como a própria publicidade dizia de "cada número consta de uma fotografia representando um monumento ou um edifício notável, uma paisagem pitoresca, uma curiosidade natural ou artistica, e de um número de páginas nunca inferior a oito, em formato de oitavo máximo. . O intervalo da publicação de um número a outro não excederá a um mez." Eram colaboradores literários do jornal foram Abílio Augusto da Fonseca Pinto, Acácio M. Cabral Macedo e Gama, Algredo Ansur, D. Amélia Janny, António Francisco Barata, António José Teixeira, António Maria Seabra de Albuquerque, Augusto Filipe Simões, Cândido Figueiredo, Francisco António Rodrigues de Gusmão, Ignacio de Vilhena Barbosa, João de Sousa Araújo, José Alves de Mariz, José Frederico Laranjo, José Silvestre Ribeiro, José Simões Dias, Luiz Carlos Simões Ferreira. Dos colaboradores artísticos constava a Photografia Académico-Conimbricense, propriedade de Adriano da Silva e Sousa, o fotógrafo amador Carlos Relvas; CPF. Com caixa de protecção em muito bom estado de conservação. Shipping costs are based on books weighing less than 2.2 LB, or 1 KG. If your book order is heavy or oversized, we may contact you to let you know extra shipping is required. Seller Inventory # 000108

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HISTÓRIA DA GUERRA CIVIL E DO ESTABELECIMENTO: SORIANO, Simão José

SORIANO, Simão José da Luz (1802-1891)

Published by Imprensa Nacional, Lisboa (1866)

Used
First Edition
Softcover

Quantity Available: 1

From: CIMELIO BOOKS (Cascais, Portugal)

Seller Rating: 4-star rating

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About this Item: Imprensa Nacional, Lisboa, 1866. Meia Inglesa / Half Cover. Condition: Muito Bom/Very Good/Très Bien. 1ª Edição. 19 volumes. Encadernados em meia inglesa de pele da época. Compreende a 1ª época os tomos I, 1866. XXI-619 pp / tomo II, 1867. 735 pp / tomo III, 1879. 673 pp. 2ª época. Guerra na Península os tomo I, 1870, 763 pp / Tomo II. 1871 de 639pp + 5 mapas / tomo III, 1874. [5]-757 pp. + 11 mapas / tomo IV - parte I. Campanhas de 1812 a 1813 até a batalha da Victória. 1876. XXV-526 pp + 10 mapas / tomo IV - parte II. Guerra dos Pyreneus e do sul da França. 1876. 477 pp + 8 mapas + 1 carta geral do reino de Portugal e Hespanha / tomo V-parte I. Documentos. 1893. 620 pp. / tomo V - parte II. Documentos. 1893. 494 pp. / 3ª Época: Estabelecimento do governo Parlamentar. tomo I. 1881. LVI-679 pp. + 2 mapas / tomo II - parte I. Desde as cortes de 1821 até as deserções de alguns corpos do exército para Hespanha em 1826. 1882. 522 pp / tomo II - parte II. Desde a Guerra Civil de 1826 e 1827 até a dissolução da Junta do Porto em 2 de Julho de 1828. 1883. 502 pp + 1 carta / tomo III - parte I. Desde a emigração da divisão liberal por Galliza para Inglaterra em julho de 1828 até a tomada das ilhas dos Açores pelas tropas liberaes da guarnição da Terceira em 1831. 1883. 502 pp + 1 carta / tomo III - parte II. Desde a chegada de D. Pedro à Europa, em junho de 1831, até ao funesto desastre de Souto Redondo, em 7 de agosto de 1832. 1883. 516 pp / tomo IV. Cerco do Porto propriamente dito, tendo a sua desacção sido desde 8 de Setembro de 1832 até Agosto de 1833. 1884. 512 pp / tomo V. Cerco Miguelista de Lisboa; e dos constitucionaes no Cartaxo posto a Santarém; e fim da guerra civil, 1885. 710 pp. / tomo VI. 1887. XIII-786 pp. / tomo VII. 1890. 702 pp. Todos os volumes exibem ex-libris de anterior possuidor.Obra monumental e a melhor e mais completa sobre este assunto. Inocêncio (VII-278), (XIX-216). Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira (15-672). Size: In-8º. Book. Seller Inventory # 029352

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