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67 Volumes de cerca de 50x40x30 cm. cada um. Dimensão total 5 metros lineares. Com cerca de 9000 jornais. Acondicionados em atados com capas de cartão e em caixas. Os jornais apresentam algum acastanhamento próprio do tipo de papel, mais pronunciado nas dobras dos jornais de maior formato e nas margens. Alguns jornais têm partes de folhas recortadas e nalguns poucos casos folhas inteiras. Um pequeno conjunto de jornais mais antigos de alguns meses de 1976, apresentam maiores estragos, que atingem o texto parcialmente. Conjunto de jornais diários e semanários. Os títulos mais representados são o Diário de Notícias e Expresso. Inclui também mais 21 títulos da imprensa periódica, em especial nos primeiros dez anos. Apresentamos abaixo uma lista por ordem alfabética. Colecção muito importante para o estudo da época, pois abrange os acontecimentos fundadores do actual Regime, tais como o Pacto MFA/Partidos, as sessões da Assembleia Constituinte, a aprovação da Constituição de 1976, as sequelas das lutas políticas do PREC, a violência política durante os anos setenta e oitenta, durante as campanhas eleitorais e provocada pelo Movimento terrorista FP25, o exercício muito atribulado do poder pelos primeiros governos constitucionais, as questões ligadas à Descolonização e ao regresso caótico dos portugueses que viviam nos territórios sob administração portuguesa e que foram designados por Retornados. Pela sua abrangência ideológica e grande número de títulos que inclui é também muito importante para o estudo da imprensa em Portugal no último quartel do Século XX. Para o estudo da época contemporânea, a imprensa é a fonte histórica mais importante, em especial por muitos arquivos estarem ainda inacessíveis. Por outro lado, este vasto conjunto da imprensa portuguesa dos primeiros 25 anos depois do 25 de Abril conta com a colaboração dos maiores jornalistas da época assim como de todos os maiores escritores portugueses em actividade neste período. Lista dos títulos da imprensa incluídos neste conjunto: Avante . Jornal oficial do Partido Comunista Português. Fundado em 15 de Fevereiro de 1931. Com publicação clandestina e de periodicidade irregular desde 1931 a 1974. Em 17 de Maio de 1974 foi publicado o primeiro número fora da clandestinidade, tendo passado a ter periodicidade semanal. Este conjunto contém números de 1974 a 1976. Barricada (A) Director A. Silva Nobre. Agência Portuguesa de Revistas. 1975-1979. Iniciou a publicação em Novembro de 1975. Jornal que denunciava os excessos da Revolução, da Descolonização e os problemas enfrentados pelos retornados. Capital (A) Director Adolfo Norberto Lopes (1968 a 1970) Diário vespertino, que se publicou entre 21 de Fevereiro de 1968 e 30 de Julho de 2005. A partir de 2000 só era distribuído, em Lisboa, Santarém e Leiria e a partir de 2001 passou a ser matutino. Em 1971 passou a ser dirigido por Manuel José Homem de Melo a quem sucederam, depois de 1974, David Mourão Ferreira, Francisco de Sousa Tavares, Helena Sanches Osório, António Matos, e Luís Osório. Correio da Manhã. Jornal Diário. Fundador e Director Vítor Direito (depois Agostinho de Azevedo, João Marcelino, Octávio Ribeiro e Carlos Rodrigues). Início de publicação em 19 de Março de 1979. Dia (O) Jornal Diário. Director Vitorino Nemésio, depois, António Alçada Baptista e por fim João Coito. Início de publicação em 11 de Dezembro, de 1975. Foi fundado pelos jornalistas saneados do Diário de Notícias por José Saramago. Publicou-se até 12 de Abril, de 1988. Mudou de título para, Jornal de O Dia. Com este título publicou-se até 1993, quando voltou a sair com o seu título original, O Dia. Diabo (O ) Jornal semanal. Directora e fundadora Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), que foi sucedida, a partir de 1996, pelo seu marido José Esteves Pinto. Início de publicação em 10 de Fevereiro de 1976. Esteve suspendo por ordem do Conselho da Revolução, desde o segundo número até 16 de Fevereiro de 1977. O Grafismo do jornal e as caricat.
Seller Inventory # 2310PG007
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