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[Por]. Socio correspondente da Academia Real das Sciencias de Lisboa. Tomo I. [a Tomo XVIII] Typographia da Academia Real das Sciencias. Lisboa. 1871-1893. 18 Volumes de 24,5x16,5 cm. Com xi, [iii], 521, [iv]; xi, [iii], 477; xi, [iii], 476, [i]; xi, [iii], 489; xi, [iii], 473, [ii]; xiii, [iii], 474, [i]; xi, [iii], 475, [ii]; vi, [ii], 495, [i]; xiii [i.e. xi], [iii], 493, [ii]; xx, [ii], 514; vi, [ii], 492, [i]; vi, [ii], 490, [i]; [vii], 464; vi, [ii], 571, [ii]; vi, [ii], 474, [iii]; [vii], 496, [vii]; vi, [ii], 658; [v], 367 págs. Encadernações com lombadas e cantos em pele, com nervos, rótulos e ferros a ouro em casas fechadas. Cortes das folhas aparados à cabeça. Ilustrado com tabelas em alguns volumes, incluindo desdobráveis nos 16 e 17. Mapas estatísticos do movimento dos estudantes da Universidade de Coimbra nos anos lectivos de 1877 a 1878 e 1879 a 1880. Exemplar com carimbo oleográfico de posse de Miguel Osório Cabral de Castro, onde se lê: « M. Osorio, Quinta das Lagrimas, Coimbra. », na folha de rosto e na página 17 do primeiro volume. Preserva as capas de brochura, com excepção das posteriores dos volumes 1, 3, 11 e 18. Apresenta etiqueta da Livraria Sá da Costa nas capas anteriores dos volumes 7 e 9. A capa posterior do volume 17 encontra-se em vias de se soltar. Tem manchas nas capas de brochura anteriores dos volumes 4, 8, 9, 11, 14 e 15, e na posterior do 15. Além disso o volume 8 apresenta um restauro amador na dita capa, com manchas de humidade até à segunda folha; o volume 9 pequenas manchas na margem direita, até à página 15; e o volume 12, 13, 14 e 16 manchas de oxidação nas primeiras e nas últimas folhas; o volume 13 manchas de oxidação da página 1 à 16. Tem um restauro amador na folha de anterrosto do volume 16 e nas páginas 323/324 do volume 18, que atinge o texto, com perda de algumas linhas. As folhas não numeradas que seguem as de numeração romana apresentam advertências. Colectânea da história dos principais estabelecimentos portugueses ligados às ciências, à literatura ou à arte, desde a instauração da monarquia até aos dias em que a obra se publicou. Apresenta as datas da instituição, os nomes e circunstâncias dos instituidores, os objectivos e fins destes estabelecimentos, assim como o seu progresso ao longo dos tempos, até a uma eventual (ou não) extinção. A necessidade desta obra urge de um sentimento patriótico do autor que afirma repugnar-se ao deparar com o « desamor das coisas nacionaes » em contraposição ao « trivial conhecimento do que existe ou existiu em França, na Belgica, na Inglaterra, em outros paizes ». Pretende fornecer um compêndio de notícias legislativas, históricas, estatísticas e críticas relativos aos ditos estabelecimentos, responsáveis por « promover o desenvolvimento intelectual dos povos » e acerca dos quais « os nacionaes vêem-se privados de elementos de informação e de estudo, que lhes fazem falta ». Estes estabelecimentos, públicos ou privados, contemplam academias, arquivos, associações, asilos, bibliotecas, casas pias, liceus, museus, teatros, universidades, entre tantos outros. Destaca-se uma elevada quantidade de informação referente ou relacionada à Universidade de Coimbra. A obra distribui-se ao longo de 17 volumes, mais um de índice, de forma cronológica. A sua organização, por exemplo ao nível do agrupamento temático, é variável ao longo dos volumes e específica à época e ao tipo de estabelecimentos que nesta foram criados. Por exemplo, no primeiro volume, que reúne os estabelecimentos que surgiram desde o século XII até 1777, o autor apenas discorre cronologicamente ao longo dos diferentes reinados. Contudo, a partir do reinado de D. José I, sente a necessidade de agrupar os estabelecimentos em quatro grupos, nomeadamente: estudos menores; línguas clássicas orientais; estabelecimentos especiais; Universidade de Coimbra. De forma a facilitar o acesso à informação, o autor apresenta sempre no final de cada volume um conjunto de 5 índices, a saber: Índice Ge. Seller Inventory # 2207SB012
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