Eu diria que sou um colecionador diferente. Um colecionador de erros na escolha da profissão.
Já fui garçom, vendedor, livreiro, empresário, dj, operador da bolsa de valores...
Já tentei ser fonoaudiólogo, psicólogo, advogado, matemático, historiador e professor de português...
O que faço hoje, apenas para (não) variar, também foi um erro, mas, ao menos, paga as minhas contas.
Ser escritor, pra mim, não é apenas um ofício. É uma paixão. Um sonho. Uma vontade incontida de fazer
alguma coisa que signifique algo a mais, ou, que, pelo menos, signifique.