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  • Li, Ho Yeh; Maia, Ian Ward A.; Joelsons, Daniel; Cunha, Victor Paro da

    Published by Editora dos Editores Eireli, Brasil

    Seller: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brazil

    Seller rating 5 out of 5 stars 5-star rating, Learn more about seller ratings

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    US$ 997.00

    US$ 29.00 shipping
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    paperback. As doenças infecciosas fazem parte do nosso dia a dia na emergência. Elas chegam em formas muito diferentes: a febre de início recente, a tosse do idoso fragilizado, a ferida que não cicatriza, a dor abdominal que não fecha com a história, a criança que piorou em poucas horas, o paciente imunossuprimido que "não está bem" e não sabe explicar por quê. Em todas essas situações, o que muda o desfecho é reconhecer padrões, identificar sinais de gravidade e tomar decisões simples e oportunas mesmo quando os dados ainda são incompletos. Este manual foi escrito para apoiar exatamente essas decisões. Ele busca traduzir a melhor evidência disponível para a realidade do pronto-socorro, com orientações práticas, linguagem clara e foco no que muda a conduta. A proposta é ajudar você a começar bem, reavaliar com método e comunicar com transparência, colocando o paciente e o contexto em primeiro plano. A organização reflete o fluxo da prática: Parte 1 O Adulto Crítico na Emergência: condições que exigem ação imediata e raciocínio estruturado (por exemplo, sepse e choque séptico, tétano, meningococcemia, leptospirose, hantaviroses). O objetivo é priorizar estabilização, coleta adequada de amostras e início criterioso de antimicrobianos, com revisões orientadas por resposta clínica e resultados. Parte 2 Abordagem por Sinais e Sintomas: caminhos de avaliação a partir da queixa principal (por exemplo, IVAS, faringoamigdalite/epiglotite, otites, tuberculose, pneumonia adquirida na comunidade, além de dor torácica/dispneia, febre aguda, olho vermelho, lesões de pele, diarreia, queixas genitais). Aqui você encontrará fluxos de decisão, exames que de fato mudam a conduta e critérios objetivos para tratamento, observação ou alta segura. Parte 3 O Paciente Imunossuprimido: particularidades do cuidado em HIV (fase aguda, pulmonares, neurológicas, diarreia) e em transplantados, entre outros. A ênfase recai em reconhecer apresentações atípicas, ampliar o leque de hipóteses quando necessário e ajustar condutas à situação de risco. Parte 4 Infecções no Período Gestacional: situações frequentes e de alto impacto, como abortamento séptico, corioamnionite e ITU na gestante, com atenção a segurança materna e fetal e às particularidades de diagnóstico e antimicrobianos. XXVI Manual de Emergências Infecciosas Parte 5 Infecções na Pediatria: síndromes comuns e graves na infância (sepse e choque séptico, bronquiolite, coqueluche/difteria/crupe, pneumonia, ITU), com foco em avaliação de risco, hidratação, oxigenoterapia, escolha e duração de antibióticos e critérios de internação. Parte 6 Complementar: temas transversais do plantão, como exposição ocupacional a material biológico, atendimento à vítima de violência sexual, uso racional de antibióticos no DE, notificação compulsória e eventualidades específicas (terrorismo/situações de guerra) conteúdos que organizam rotinas, previnem danos e qualificam o cuidado em equipe. Ao longo do manual, privilegiamos recomendações aplicáveis ao Brasil e à América Latina, reconhecendo diferenças regionais de epidemiologia e recursos. Quando a evidência é sólida, dizemos com clareza; quando é incerta ou depende do contexto, explicitamos as alternativas razoáveis e o racional para a escolha. Em todos os casos, defendemos reavaliação clínica frequente muitas vezes, voltar ao leito e examinar de novo é o que faz a diferença. Este é um trabalho de equipe. Enfermeiros, farmacêuticos, laboratório, radiologia, controle de infecção e especialistas de retaguarda são parte do bom desfecho. Por isso, sempre que possível, indicamos rotinas simples que melhoram o cuidado: coleta de hemoculturas antes do antibiótico, pesagem para dose correta, checagem real de alergias, revisão de prescrições, comunicação objetiva nas passagens de plantão. Se você está abrindo o manual no meio de um plantão corrido, esperamos oferecer respostas diretas e seguras. Se está estudando, que os capítulos sirvam de base para discussões de caso e construção de protocolos locais. Em qualquer cenário, o fio condutor é o mesmo: cuidar bem é reconhecer cedo, tratar com propósito e revisar com método. Que estas páginas sejam úteis nas noites movimentadas e também nas manhãs mais calmas ajudando a transformar decisões difíceis em passos mais claros e compartilhados.